Home
Notícias
Money Week
Money Week: Veja os destaques do segundo dia de evento

Money Week: Veja os destaques do segundo dia de evento

O segundo dia de Money Week tratou de empresas de investimentos no exterior; de renda variável; de credit crunch; de hegemonia do dólar; de fake news e muito mais.  E você confere os melhores insights aqui! Acompanhe. Investimentos offshore: saiba onde estão as oportunidades No painel Oportunidades de investimentos offshore, que abriu o segundo dia […]

O segundo dia de Money Week tratou de empresas de investimentos no exterior; de renda variável; de credit crunch; de hegemonia do dólar; de fake news e muito mais. 

E você confere os melhores insights aqui! Acompanhe.

Investimentos offshore: saiba onde estão as oportunidades

foto do evento

No painel Oportunidades de investimentos offshore, que abriu o segundo dia de Money Week, o head de Produtos Internacionais da EQI Investimentos, Rodrigo Samaia, conversou com João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual. 

Samaia inicia a conversa relembrando a escalada de juros no mundo todo no pós-pandemia e a consequente quebra de empresas e bancos no Brasil e no exterior, especialmente dos bancos regionais americanos.

Apesar do cenário adverso, Scandiuzzi acredita que a performance dos mercados tem sido bastante boa. “A gente tem visto a apreciação da renda fixa e também alta das bolsas americanas no ano, isso apesar das incertezas”, avalia. 

Publicidade
Publicidade

“Este ano, temos um ambiente de juros altos, mas que não deixam de oferecer oportunidades para investimentos. Passamos muito tempo lá fora com renda fixa negociando a juros negativos, como no caso do Banco Central Europeu e do Banco do Japão. Era um ambiente hostil, especialmente para a renda fixa”, lembra. 

“Agora, embora a gente veja a falência de bancos, o ambiente está mais benigno, tanto para a renda fixa quanto para a renda variável. Isso porque a quebra dos bancos está sendo vista como pontual, e não como foi a crise de 2008”, avalia. 

Para Scandiuzzi, a crise atual dos bancos americanos é fruto de má gestão de risco de juros com descasamento de prazos, em bancos bastante nichados, que serviam a grandes players de setores específicos, como tecnologia e criptomoedas. 

Ele complementa: “Esta crise vai aumentar o conservadorismo dessas instituições na concessão de crédito, aumentando a fiscalização desses bancos regionais”. 

A crise, ele diz, está sendo até bem vista pelo mercado.  Isso porque ela tem feito, em certa medida, o papel de aperto monetário do Fed, permitindo uma possível antecipação de fim de ciclo de alta de juros nos EUA.

Confira aqui o painel na íntegra. 

Expectativas em renda variável

foto do evento

A Money Week reuniu Luís Moran, head da EQI Research, Paolo Di Sora, CIO da RPS Capital, e Alexandre Cancherini, co-fundador da Frontier Capital, para debater as Expectativas para a Renda Variável. 

Dentre outros temas, os convidados revelaram suas preferências de papéis na bolsa para o momento atual.

“Não achamos que seja hora de comprar empresas alavancadas, como a Via (VIIA3). Prefiro empresas com margem alta e alavancagem baixa. Prefira o primeiro colocado que ainda está bem”, recomenda Sora, citando Localiza (RENT3), BTG (BPAC11), Itaú (ITUB4), e as líderes de cada setor.

Cancherini cita Sanepar (SAPR4), Vivara (VIVA3), Lojas Renner (LREN3) e Bradesco (BBDC4). “Empresas líderes estão baratas e vale a pena ter na carteira”, diz. As estatais, ele alerta, a depender da função social que forem exercer neste Governo, podem virar “value trap” (armadilha de valor), apesar de estarem sendo negociadas com desconto.

Veja painel na íntegra

Os desafios do mercado de crédito

foto da Money Week

Para o painel “Os desafios do mercado de crédito”, Alejandro Schiuma, head de Crédito Privado na EQI Asset, recebeu Daniel Palaia, Head de Gestão de Fundos de Crédito na Schroders, e Ana Rodela, Head de Análise e Gestão de Crédito na Bradesco Asset. 

Para Daniel Palaia, o momento atual é de incertezas para o mercado de crédito brasileiro, que segue no aguardo pela queda de juros, para patamares abaixo de 10% ao ano.

“Passados os 100 primeiros dias de Governo, ainda temos muitas incertezas. Temos um pacote fiscal sem clareza ainda quanto à capacidade de arrecadação do Governo. Não sabemos qual vai ser a relação dívida/PIB daqui para a frente e qual vai ser o espaço para juros abaixo de dois dígitos, que é o mais importante”, avalia.

Ana Rodela concorda que o momento é delicado, especialmente para as empresas que dependem de crédito para capital de giro.

“De fato, estamos em um momento complicado. O mercado de crédito começou com empresas mais estáveis, como de energia elétrica, utilities, concessões rodoviárias, mas foi amadurecendo se abrindo para outras empresas, de setores mais cíclicos e que dependem mais de capital de giro. Estes são setores que sofrem mais em seus balanços com os juros atuais, mas mesmo as empresas mais sólidas também sofrem”, avalia.

“Não temos uma crise. Mas a cautela e a boa seleção do crédito é mais importante do que nunca. Por isso é importante ter gestor ao lado, para fazer uma boa seleção de ativos. Este é o momento das empresas vencedoras, daquelas muito sólidas. Depois, quando o cenário macro se reverter, será a hora de procurar as sobreviventes”, diz.

Confira o painel na íntegra

Chegou ao fim a hegemonia do Dólar?

foto do evento

Alexandre Viotto, co-head de Banking da EQI Investimentos, e Professor HOC, referência em geopolítica, falaram sobre a nova ordem mundial que se desenha e se o dólar vai ou não perder sua hegemonia nas transações comerciais entre países. 

“Às vezes, é difícil para quem tem uma lógica econômica compreender o motivo de um país entrar em guerra com outro. Por que a Rússia invadiu a Ucrânia? Por que ela comprometeu a relação de venda de energia que ela tinha com os europeus? Do ponto de vista econômico, é natural questionar, pois não há motivos lógicos para tal ação. Só que a lógica da política e da guerra é ditada por outros parâmetros. É importante virar a chave e olhar o cenário a partir de um outro ângulo para compreender para onde o mundo está indo”, afirma.

Confira tudo aqui

Uma carteira de sucesso

foto do evento

Como ter uma carteira de investimentos de sucesso independentemente do Governo? Para responder a esta pergunta, a Money Week recebeu a influenciadora Dani Colombo, sócia da Fatos Capital.

Daniela Colombo, de 22 anos, é formada em Administração de Empresas e mantém um canal no Instagram. Ela investe desde os 18 anos. 

“Comecei a criar conteúdo em 2021 e por um ano eu postei todos os dias, juntando muita gente que queria aprender. Agora, estou com meu Instagram, meus cursos, e prestes a abrir meu próprio escritório de investimentos”, conta.

Dani falou no painel sobre reserva de emergência e os melhores ativos para compor a sua carteira. 

Confira aqui

Combate às fake news

foto do evento
Divulgação Money Week

As redes sociais mudaram a forma de se fazer política no Brasil e no mundo. Esse novo modus operandi está provocando discussões importantes no Congresso Nacional como o Projeto de Lei (PL) 2.630 que trata sobre Fake News nas redes sociais. Inclusive, o texto recebeu a alcunha de PL da Censura por parte dos opositores do Governo Lula.

A comentarista política Wafá Kadri, do portal “O Antagonista”, participou do painel “Censura nas redes sociais e o combate às fake news” para comentar o papel das redes sociais na política e como projeto de lei pode ser encarado como uma forma de censura. 

Confira aqui

Tem mais Money Week!

A Money Week chegou ao fim, mas se você perdeu algum painel ou gostaria de rever seus favoritos, saiba que eles ficarão disponíveis por mais alguns dias – basta clicar aqui para ter acesso. 

Você também confere tudo o que rolou no primeiro dia de Money Week.