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Ibovespa hoje dispara 2,44% com WEG (WEGE3), Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

Ibovespa hoje dispara 2,44% com WEG (WEGE3), Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

Volume somou R$ 22,9 bilhões em dia de petróleo em alta e queda em Nova York

O Ibovespa hoje (22) encerrou o pregão com alta de 2,44%, aos 177.547,57 pontos, impulsionado principalmente pelas ações da WEG (WEGE3), Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4). O volume financeiro negociado durante a sessão alcançou R$ 22,90 bilhões.

Com o resultado, o Ibovespa acumula ganhos de 2,21% na semana e de 3,21% em julho. No ano, a valorização chega a 10,19%.

WEG, Vale e Petrobras puxam o Ibovespa

A WEG esteve entre os principais destaques depois de divulgar um balanço do segundo trimestre acima das expectativas do mercado. As ações chegaram a avançar quase 10% durante a sessão.

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A fabricante registrou lucro líquido de R$ 1,56 bilhão e Ebitda de R$ 2,21 bilhões. Apesar da queda anual dos indicadores, a margem Ebitda de 21,8% e a qualidade do resultado foram recebidas positivamente pelos investidores.

A Vale fechou em alta de 3,96%, a R$ 75,09, após informar que sua produção de minério de ferro cresceu 0,8% no segundo trimestre, na comparação anual. O volume foi o maior registrado pela mineradora para o período desde 2018.

A Petrobras também contribuiu para o avanço do índice. Os papéis preferenciais subiram 2,21%, a R$ 42,58, acompanhando a valorização do petróleo no exterior.

O Brent avançou 3,36%, a US$ 94,07 por barril, enquanto o WTI ganhou 2,95%, a US$ 86,83. As cotações atingiram os maiores patamares em cerca de seis semanas diante da escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e das ameaças às rotas de transporte da commodity no Oriente Médio.

B3 ($B3SA3), CSN (CSNA3), CVC (CVCB3) e empresas do setor frigorífico também apresentaram altas expressivas durante o pregão. O desempenho da agenda corporativa compensou as preocupações com a entrada em vigor da tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O governo anunciou R$ 18,5 bilhões em linhas de financiamento destinadas às empresas afetadas pela medida comercial.

O dólar comercial terminou o dia em queda de 0,43%, cotado a R$ 5,051, na terceira baixa consecutiva diante do real. A moeda americana oscilou entre R$ 5,050 e R$ 5,084.

No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, recuava 0,04%, aos 101,14 pontos.

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Os principais índices de Wall Street encerraram o pregão no vermelho, pressionados pela alta do petróleo e pelas preocupações com os possíveis efeitos da energia mais cara sobre a inflação e os juros americanos.

O Dow Jones recuou 0,01%, aos 52.219,35 pontos. O S&P 500 caiu 0,14%, para 7.498,99 pontos, enquanto o Nasdaq Composite perdeu 0,57%, aos 25.690,90 pontos.

Os investidores também adotaram cautela antes da divulgação dos balanços de Alphabet e Tesla. As dúvidas sobre os retornos dos elevados investimentos em inteligência artificial permaneceram entre os principais temas da sessão.