A WEG (WEGE3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,559 bilhão, redução de 7,0% em relação aos R$ 1,591 bilhão registrados no mesmo período de 2025. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, o lucro avançou 7%, quando a companhia havia apurado R$ 1,457 bilhão.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, a WEG registrou lucro líquido de R$ 3,016 bilhões, queda de 3,9% em relação aos R$ 3,138 bilhões apurados nos seis primeiros meses de 2025. A receita operacional líquida totalizou R$ 19,61 bilhões, retração de 3,3% na mesma base de comparação, enquanto o Ebitda somou R$ 4,315 bilhões, redução de 2,6%.
A receita operacional líquida somou R$ 10,14 bilhões entre abril e junho, alta de 7,1% em relação ao primeiro trimestre, quando havia sido de R$ 9,468 bi, mas recuo de 0,6% na comparação anual – ficando praticamente estável.
No mercado interno, a receita atingiu R$ 3,97 bilhões, crescimento de 11,2% frente ao trimestre anterior, mas queda de 4,9% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Já a receita no mercado externo totalizou R$ 6,17 bilhões, avanço de 4,7% na comparação trimestral e de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Em dólares, a receita externa alcançou US$ 1,221 bilhão, alta de 14,7% na comparação anual.

Ebitda tem alta de 5,2%
O Ebitda da fabricante de motores elétricos e equipamentos industriais foi de R$ 2,213 bilhões no segundo trimestre, aumento de 5,2% em relação ao primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo período de 2025, porém, houve recuo de 2,1%.
A margem Ebitda ficou em 21,8%, abaixo dos 22,1% registrados um ano antes e dos 22,2% observados no primeiro trimestre de 2026.
A margem líquida permaneceu praticamente estável em relação ao trimestre anterior, em 15,4%, mas ficou ligeiramente abaixo dos 15,6% registrados no segundo trimestre de 2025.
O retorno sobre o capital investido (ROIC) atingiu 33,6% no segundo trimestre, acima dos 32,9% registrados no mesmo período do ano anterior e dos 33,1% observados no primeiro trimestre.
Resultado sólido
Para a Ativa Investimentos, reportou um resultado sólido. A receita da companhia ficou em R$ 10,1 bilhões, em linha com o estimado, -0,6% YoY, com ligeiro aumento nas receitas do mercado externo e queda no Brasil. Os ganhos vieram, principalmente, de EEI Brasil, enquanto a principal queda foi do segmento de geração, transmissão e distribuição (GTD) no Brasil.
“A margem EBITDA ficou em 21,8%, -0,3pp YoY e acima do esperado, com melhor mix, apesar de impactos negativos no cobre e nas tarifas nos EUA. Por fim, a companhia entregou um ROIC de 33,6%, -0,6pp YoY e +0,7pp QoQ”, avaliou trecho do relatório.
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