A Ânima Educação (ANIM3) negou nesta segunda-feira (20) que uma opção de venda ligada à Farallon Capital tenha obrigado a companhia a adquirir a FMU.
O esclarecimento foi prestado em resposta a um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), após notícia publicada pelo Brazil Journal mencionar especulações sobre a existência de uma put relacionada ao ativo.
“Não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda (…) que lhe obrigasse a adquirir parte ou a integralidade das quotas da FMU”, afirmou a Ânima.
A companhia acrescentou que a negativa também abrange qualquer veículo sob controle ou influência da Farallon Capital.
CVM pediu esclarecimentos sobre a compra da FMU
O ofício da CVM fazia referência à reportagem “Ânima: Controladores compram mais ações em meio a selloff”, publicada em 16 de julho.
A matéria mencionava especulações de que a Ânima teria sido obrigada a comprar a FMU devido a uma opção de venda que poderia ser exercida pela Farallon. Diante da informação, a autarquia solicitou que a companhia confirmasse sua veracidade e apresentasse esclarecimentos adicionais.
A Ânima declarou que a aquisição, anunciada em fato relevante de 14 de julho, ocorreu devido ao potencial estratégico e de geração de valor identificado na FMU.
Segundo a empresa, a decisão de adquirir o ativo não decorreu de qualquer obrigação contratual associada à Farallon Capital.
A companhia também ressaltou que todas as informações relevantes sobre a transação foram divulgadas ao mercado no fato relevante publicado em 14 de julho.
Leia também:






