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Veja uma cesta de 15 ações “baratas”, segundo o Itaú BBA

Veja uma cesta de 15 ações “baratas”, segundo o Itaú BBA

Grupo de papeis com menores múltiplos do Itaú BBA subiu 3,9% em agosto e acumula alta de 1,2% em 2026, reunindo os ativos mais baratos da cobertura

A cesta de ações com os menores múltiplos de preço sobre lucro montada pelo Itaú BBA subiu 3,9% em agosto e acumula alta de 1,2% em 2026. O grupo reúne os 15 papéis com as menores relações entre preço e lucro projetado para os próximos 12 meses dentro do universo coberto pelo banco.

“Acreditamos que esta cesta é útil para acompanhar como os investidores estão adicionando ações de valor às suas carteiras, se beneficiando de um retorno sobre o lucro elevado ao longo do tempo”, apontam Daniel Gewehr, Matheus Marques e Raphael Matutani, estrategistas do Itaú BBA.

Quem está na lista

Encabeçam o grupo Azzas 2154 (AZZA3) e PagSeguro ($PAGS), ambas a 5,1 vezes o lucro, seguidas por C&A (CEAB3), a 5 vezes, Marcopolo (POMO4) e Brava Energia (BRAV3), as duas a 4,9 vezes, e MRV (MRVE3), no mesmo patamar.

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Na sequência aparecem Yduqs (YDUQ3) e Banco do Brasil (BBAS3), a 4,6 vezes, Cyrela (CYRE3), a 4,5 vezes, StoneCo (STOC34), a 4,4 vezes, e Ânima (ANIM3), a 4,3 vezes. Fecham a lista Movida (MOVI3), a 4,2 vezes, Cosan (CSAN3) e Moura Dubeux (MDNE3), a 4 vezes, e Bradespar (BRAP4), a mais barata do grupo, a 3,5 vezes o lucro projetado.

O perfil da cesta

A concentração está no consumo discricionário, que responde por seis dos quinze nomes, e no setor financeiro, com três. Energia, indústria, materiais e imobiliário completam o grupo, com poucas empresas de perfil exportador.

“A exposição setorial atual mostra concentração maior em ações domésticas e financeiras, com poucos nomes não domésticos. Em termos de fatores, os múltiplos médios de preço sobre lucro e de valor da firma sobre Ebitda estão em 4,5 e 3,2 vezes, com retorno sobre patrimônio médio de 12,8%, abaixo da média, e dividend yield de 6,3%”, observam Gewehr, Marques e Matutani.

Como a carteira é montada

A metodologia usa a composição do IBX vigente em cada data, com rebalanceamento mensal e pesos iguais entre os quinze papéis. Os retornos são calculados com preços ajustados, e o banco acompanha as trocas de composição ao longo do tempo para medir o giro da carteira.

A cesta faz parte de um conjunto de 17 carteiras temáticas criadas para mapear como o mercado aloca recursos entre temas e fatores.

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