Os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano da Randon (RAPT4) e de sua controlada Fras-Le (FRAS3) não empolgaram. Relatório do banco Safra mostrou dados mistos para as companhias gaúchas.
Com relação à Randon, o Safra avaliou que a receita líquida atingiu R$ 1,106 bilhão em abril, com alta de 1,3% na comparação anual, mas queda de 5,1% frente a março (alta de 1,3% em base anual e elevação de 4,4% por dia útil).
“Excluindo a Fras-Le, a receita da Randon somou R$ 651 milhões, com avanço de 3,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto a Frasle pressionou os resultados, com retração de 1,4% na receita anual”, diz trecho do relatório.
No acumulado do ano, a receita consolidada alcançou R$ 4,190 bilhões, queda de 2,2% na comparação anual, enquanto a Randon, desconsiderando a Fras-Le, ficou praticamente estável, com recuo de 0,2%. Segundo o banco de investimentos, a avaliação é de que a notícia tem impacto neutro para as ações da companhia.
Dados da Fras-Le
Já sobre a controlada, os dados são mais pessimistas. A receita líquida atingiu R$ 455 milhões em abril, com queda de 1,4% na comparação anual e de 5,1% frente ao mês anterior (-1,4% em base anual e +4,4% por dia útil).
“A avaliação é de que o desempenho pode ter sido impactado pela desvalorização do dólar (-13% na comparação anual), parcialmente compensada pelo avanço da automação na 4Mobility e pela recuperação da Nakata após a transição do sistema ERP no primeiro trimestre de 2026”, diz trecho do relatório.
No acumulado do ano, a receita somou R$ 1,705 bilhão, queda de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. A leitura do Safra é de que a notícia é negativa para as ações da companhia.
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