Ao investir no exterior, você tem acesso direto ao mercado global, com uma gama de investimentos muito maior do que o mercado brasileiro; tem diversificação do patrimônio, inclusive geográfica; e tem proteção ao patrimônio em moeda forte.
O Invista lá Fora, evento online e gratuito da EQI Investimentos, explorou em detalhes cada uma dessas vantagens.
E você confere, agora, os principais insights de cada um dos painéis! Acompanhe!
MELHOR MOMENTO PARA RENDA FIXA NOS EUA
João Scandiuzzi, sócio e estrategista-chefe do BTG Pactual, abriu o Invista lá Fora anunciando que este é o melhor momento, em 15 anos, para investir em renda fixa nos Estados Unidos.
“De uma maneira geral, o mercado está muito interessante. O juro americano e também na Europa está se aproximando de um fim de ciclo, já precificado pela curva de juros. Então, o momento é excelente para montar carteira com renda fixa. É o melhor juro que você consegue capturar desde 2007. Tem 15 anos que você não consegue comprar papéis com grau de investimento pagando 5%, 6,5% ao ano em dólar”, aponta.
DOLARIZAÇÃO DA CARTEIRA: DIVERSIFICAR É PRECISO
Daniel Haddad, CIO da Avenue, e Rafael Mazzer, MD Partner do BTG Pactual, debateram a importância da dolarização do portfólio, destacando a diversificação como o maior benefício da estratégia.
“Diversificar é espalhar seu risco em diferentes ativos. É o Santo Graal dos investimentos. É você criar um portfólio com ativos de que comportem de maneiras não semelhantes, para que o risco da sua carteira seja menor, mantendo o nível de retorno”, explicou Haddad.
“Diversificação está muito ligada à disciplina. Se você só pensar em classes de ativos, a descorrelação pode não se confirmar, especialmente durante crises. É preciso diversificar em moeda e para cada moeda de referência, você tem que fazer a diversificação do portfolio”, complementou Mazzer.
PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO E TRIBUTAÇÃO
Pedro Falcone, Private Client Associate do escritório de advocacia Mattos Filho, falou de planejamento sucessório e tributação no exterior.
“A motivação básica para investir no exterior deve ser a diversificação. Procurar investir em um mercado sólido, com segurança jurídica e facilidade no planejamento sucessório deve ser o ponto de partida”, afirma.
Quanto a investir como pessoa física ou jurídica lá fora, ele explicou que a decisão deve levar em conta a intenção do investimento.
“A constituição de empresa offshore te dá uma proteção patrimonial contra credores. Se você tem uma pessoa jurídica no meio, você também fica isento do imposto sucessório de 40%. A pessoa jurídica também se mostra uma opção mais adequada no contexto familiar, porque você consegue distribuir melhor o patrimônio entre herdeiros. Por exemplo, você pode determinar que quer fazer uma distribuição desproporcional entre os herdeiros, o que é impossível no Brasil”, explica.
E, AFINAL, ONDE ESTÃO AS OPORTUNIDADES DO MOMENTO?
Para quem investe ou deseja começar a investir no exterior, os gestores Felipe Passaro, da EQI Investimentos, e Alejandro Schiuma, head de Crédito Privado da EQI Asset, apontaram onde estão as melhores oportunidades de investimento no exterior.
Para eles, na renda fixa, os países desenvolvidos são o destaque do momento. Enquanto na renda variável, a América Latina desponta como oportunidade entre os emergentes.
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