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Apple (AAPL34) lança novo iPhone com preços congelados

Apple (AAPL34) lança novo iPhone com preços congelados

Matheus Gagliano

Matheus Gagliano

08 Set 2022 às 14:32 · Última atualização: 08 Set 2022 · 5 min leitura

Matheus Gagliano

08 Set 2022 às 14:32 · 5 min leitura
Última atualização: 08 Set 2022

Apple (AAPL34)

Divulgação/Apple

A Apple (AAPL34) lançou na terça-feira (7) a nova linha iPhone 14. Tradicionalmente com os custos mais elevados, os novos aparelhos da marca da maçã poderão vir com os preços congelados devido à alta inflação nos Estados Unidos e também para manter os consumidores.

De acordo com matéria da Dow Jones, a ideia é manter o mesmo nível de preços do que a versão anterior do aparelho. Mas no Brasil a nova versão deve chegar ao mercado com valores que variam de R$ 7,599 mil e R$ 15,499 mil.

As duas novas versões do smartphone, possuem chamada de emergência por satélite e câmeras de fotografia com versões aprimoradas. Esses novos modelos vêm com o chip A16 Bionic e uma câmera de 48 megapixels. Além disso, tem um recurso chamado de “exibição ativa” no qual a tela permanece visível mas com o mínimo consumo de bateria.

Ações da Apple (AAPL34) caem nesta quarta-feira

Os BDRs da companhia, negociados na B3 (B3SA3), são negociadas no começo da tarde com queda de 0,79%, a R$ 79,99. Na Nasdaq, onde a ação é negociada, possui retração de 1,41%, sendo vendida a US$ 152,78. Na terça, após o lançamento dos novos aparelhos, as ações da marca subiram 0,93% na Nasdaq.

Em um ano, as ações da companhia caíram 0,47% e o volume de ações negociado na bolsa norte-americana chega a 16.070.752.000 ações.

Apple (AAPL34): conheça a empresa mais valiosa do mundo

A Apple é, nada mais, nada menos, do que a marca mais valiosa do mundo. Há anos ela vem ditando tendências ao unir de maneira bem sucedida tecnologia, design e marketing.

Se você se interessa pela empresa fundada por Steve Jobs, saiba que é possível investir na Apple diretamente pela bolsa brasileira, via Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

Na B3, os investidores brasileiros podem negociar BDRs da Apple desde outubro de 2020. Antes, estes papéis eram restritos a instituições financeiras e pessoas com mais de R$ 1 milhão em investimentos. Agora, estão disponíveis também para pessoas físicas.

O papel que espelha a ação da Apple no mercado americano é negociado na B3 sob o código AAPL34.

Origem da Apple

Uma das gigantes da tecnologia, ao lado de Alphabet (GOGL34), Amazon (AMZO34), Facebook (M1TA34) e Microsoft (MSFT34), a Apple é uma empresa que projeta, fabrica e comercializa dispositivos de comunicação e mídia móveis, computadores pessoais e reprodutores de música digital portáteis.

Durante oito anos seguidos, a Apple ocupou a primeira posição na lista das 100 maiores marcas do mundo feita pela consultoria Interbrand.

Mas antes da ascensão que fez da Apple uma das empresas mais poderosas e reconhecidas do mundo, houve um período conturbado, em que a empresa quase foi à falência.

O começo

A história da Apple remonta a 1976. Foi quando Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne deram início à empresa na garagem dos pais de Jobs, na Califórnia. Wayne sairia rapidamente da sociedade, ficando a dupla de Steves à frente do negócio.

O nome Apple, dizia Jobs, tinha sido inspirado por uma visita que fez a uma fazenda de maçãs. Isto quando ele fazia uma dieta somente baseada em frutas. Esta é uma das muitas excentricidades na vida do “gênio por trás da Apple”.

O primeiro computador da marca foi o Apple I. Na sequência vieram Apple II e mais modelos de sucesso. Além, é claro, de alguns fracassos.

Dez anos depois da fundação da empresa, Jobs foi forçado a deixar a Apple. Ele discordava das decisões do então CEO, John Sculley.

Volta de Jobs

Fora da Apple, Jobs fundou a Next e a Pixar, sendo a última em parceria com a Disney.

Em dezembro de 1996, a Apple comprou a Next por US$ 400 milhões, trazendo Jobs de volta, como assessor do então CEO, Gil Amelio.

A companhia não vivia um bom momento. Em alguns meses, Job foi anunciado como “iCEO”, para recuperar a empresa de uma das maiores perdas trimestrais já ocorridas entre empresas de tecnologia.

Em 1997, a Apple havia demitido grande parte de seus funcionários e se encontrava à beira da falência, sem conseguir fazer frente à concorrência.

A partir daí, Jobs e equipe focaram em inovação. Emplacaram os sucessos iMac, iPhone, iPod e iPad. O “i” ele trouxe da Next. Para ele, a letra representava “internet”, “indivíduo” e “informação”.

Jobs morreu em 2011, aos 56 anos, em São Francisco, na Califórnia, vítima de câncer. Em seu lugar, assumiu o CEO Tom Cook, escolhido pelo próprio Jobs.

Desde que assumiu, Cook precisou encarar a guerra comercial entre EUA e China, onde a maioria dos dispositivos da Apple são montados.

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