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Tenda pode se destacar em um boom das construtoras em 2026

Tenda pode se destacar em um boom das construtoras em 2026

O ano de 2026 pode testemunhar um possível boom das construtoras, principalmente com o programa habitacional federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV)

O ano de 2026 pode testemunhar um possível boom das construtoras, principalmente com o programa habitacional federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Isso pode beneficiar ações das empresas do setor. E uma das que podem captar mais retornos com o momento favorável é a Tenda (TEND3).

A companhia é a principal escolha do banco Safra entre as companhias do setor, destacando sua avaliação considerada atraente de 5,0x P/L YE26, a mais barata na área de cobertura da instituição bancária.

Os especialistas do Safra reiteram que o programa federal de habitação vive seus melhores dias com acessibilidade recorde. Esse cenário também conta com o fato de a inflação da construção ter fechado 2025 em 6%, aproximadamente, considerado um patamar saudável pelo banco.

Boom das construtoras: moderação nos custos do setor

A última pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre) mostrou mais uma rodada de moderação nos custos do setor da construção civil, refletindo a tendência de desinflação nos custos de materiais e menor pressão trabalhista após os ajustes salariais sazonais no primeiro semestre do ano passado, segundo o Safra.

“Como resultado, o Índice Nacional de Custo Construção (INCC-M) subiu apenas 0,21% em relação ao mês anterior (-7 pontos-base vs. novembro), trazendo a variação em 12 meses para baixo em 31 pontos-base, para 6,1%”, relatou o banco.

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Desaceleração

Apesar das boas perspectivas, o FGV-Ibre o resultado total do INCC de 2025 ficou abaixo do comparativo com dezembro de 2024, quando o índice acumulava alta 6,34% no mesmo período.

O INCC-M apresentou comportamento distinto em várias cidades brasileiras no mês de dezembro. Brasília, Porto Alegre, Recife, e São Paulo observaram desaceleração em suas taxas de variação. Em contraste, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador experimentaram aceleração em suas taxas de variação, refletindo um aumento nos custos de construção nessa localidade.

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