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Ibovespa hoje fecha em alta de 1,37% e acumula ganho de 5,03% em setembro

Ibovespa hoje fecha em alta de 1,37% e acumula ganho de 5,03% em setembro

No exterior, o mercado acionário americano encerrou setembro com desempenho misto

O Ibovespa hoje encerrou o último pregão de setembro em alta de 1,37%, aos 186.340 pontos. O principal índice da bolsa brasileira oscilou entre a mínima de 183.879 pontos e a máxima de 187.834 pontos ao longo da sessão.

O volume financeiro negociado somou R$ 27,6 bilhões. Com o avanço desta quarta-feira (30), o Ibovespa acumulou valorização de 5,03% em setembro.

Entre as ações que mais subiram no pregão, Magazine Luiza ON liderou os ganhos, com alta de 12,52%, cotada a R$ 7,37. Na sequência apareceram Vamos ON, que avançou 7,50%, para R$ 4,30; YDUQS ON, com alta de 7,01%, a R$ 11,01; CSN ON, que ganhou 6,85%, para R$ 5,77; e Cosan ON, com valorização de 6,45%, a R$ 3,96.

Na ponta negativa, Totvs ON caiu 3,49%, a R$ 33,43. Cury ON recuou 3,41%, para R$ 27,88, enquanto Embraer ON perdeu 3,14%, a R$ 97,31. Santander Brasil Unit registrou baixa de 2,77%, a R$ 28,75, e Vibra ON terminou o dia em queda de 2,11%, a R$ 37,03.

Bolsas dos Estados Unidos

No exterior, o mercado acionário americano encerrou setembro com desempenho misto. O S&P 500 caiu 0,25%, para 7.651,54 pontos, depois de chegar a subir quase 0,7% durante a sessão.

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O Dow Jones Industrial Average avançou 0,24%, fechando aos 26.861,06 pontos. Já o Nasdaq Composite recuou 0,86%, uma queda de 443,87 pontos, para 50.906,05.

Os investidores acompanharam novos dados de inflação dos Estados Unidos. O índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE) subiu 3,4% em agosto, na comparação anual, abaixo dos 3,7% registrados no mês anterior e também da expectativa dos economistas consultados pela Dow Jones, que projetavam estabilidade em 3,7%.

O núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia, avançou 3% em 12 meses, ante alta de 3,3% em julho. O resultado também ficou abaixo da previsão dos economistas.

Os dados de inflação estiveram no centro das atenções dos investidores, que avaliam a trajetória dos preços e seus possíveis efeitos sobre a condução da política monetária americana.

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