A Plano&Plano (PLPL3) registrou vendas líquidas de R$ 916,6 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 8,9% ante o primeiro trimestre.
A incorporadora comercializou 3.351 unidades, crescimento anual de 7,9%. As vendas líquidas proporcionais à participação da companhia somaram R$ 828,3 milhões, avanço de 7,1% em um ano.
Os distratos recuaram 42,1% na comparação anual, para R$ 60,5 milhões. A relação entre distratos e vendas brutas caiu de 10,5% para 6,2%.
No primeiro semestre, as vendas líquidas totalizaram R$ 1,76 bilhão, aumento de 0,5% diante dos seis primeiros meses de 2025.
Lançamentos da Plano&Plano caem 41%
A Plano&Plano lançou cinco empreendimentos no segundo trimestre, com 3.138 unidades e Valor Geral de Vendas de R$ 826 milhões. O VGV caiu 41% na comparação anual e 16,2% em relação ao primeiro trimestre.
O número de unidades lançadas, por outro lado, cresceu 14,2% frente ao segundo trimestre de 2025. Todos os lançamentos do período foram enquadrados na Faixa 2 do programa Minha Casa Minha Vida.
O preço médio das unidades lançadas ficou em R$ 263,2 mil, queda anual de 48,3%. No primeiro semestre, os lançamentos somaram R$ 1,81 bilhão, retração de 29,7%.
A velocidade de vendas dos últimos 12 meses encerrou junho em 51,8%, alta de 0,7 ponto percentual diante de março.
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Estoque soma R$ 3,8 bilhões
O estoque disponível para venda totalizou R$ 3,83 bilhões ao fim de junho, redução trimestral de 1,7% e alta anual de 0,4%. Em unidades, o estoque caiu 2,3% no trimestre, para 11.490 imóveis.
A companhia encerrou o período com 44.385 unidades em construção, recorde histórico e alta de 26,2% em relação ao segundo trimestre de 2025. O número de canteiros passou de 62 para 66.
O banco de terrenos apresentava potencial de vendas de R$ 34,2 bilhões e capacidade para 128 mil unidades. Segundo a empresa, 93% dos terrenos e do VGV potencial estavam localizados no município de São Paulo.
A Plano&Plano registrou consumo operacional de caixa de R$ 87,3 milhões no trimestre. Considerando as operações de cessão de recebíveis, o consumo chegou a R$ 103,3 milhões.






