O volume financeiro médio diário de negociação de ações na B3 ($B3SA3) alcançou R$ 33,42 bilhões em setembro, uma alta de 45,7% em relação ao mesmo mês de 2025. Na comparação com agosto de 2026, o crescimento foi de 10,4%, segundo os indicadores operacionais divulgados pela companhia nesta terça-feira (13).
No mercado à vista, a média diária foi de R$ 31,81 bilhões, avanço de 44,3% na comparação anual. O mercado de opções registrou R$ 1,40 bilhão por dia, alta de 100,3% sobre setembro de 2025 e de 9,1% em relação a agosto.
Derivativos em alta
O volume médio diário de derivativos atingiu 11,52 milhões de contratos, crescimento de 24,5% ante setembro do ano passado. Em relação a agosto, quando a média foi de 9,61 milhões, a expansão chegou a 19,9%.
Os contratos de taxas de juros em reais concentraram o maior volume, com média diária de 6,18 milhões. O resultado representa aumento de 41,8% na comparação anual e de 28,1% sobre agosto.
Os derivativos de índices somaram 3,76 milhões de contratos por dia, alta de 22,2% em um ano e de 11,2% em um mês. Os contratos de câmbio alcançaram 838 mil por dia, com avanços de 5,3% e 21,6%, respectivamente.
Nos futuros de criptoativos, o volume médio diário ficou em 318 mil contratos, queda de 50,6% em relação a setembro de 2025. Na comparação com agosto, houve crescimento de 4,4%.
A receita média por contrato de derivativos foi de R$ 1,162, retração de 13,3% na comparação anual e de 2,2% sobre agosto. O indicador mede a receita por contrato negociado e apresentou queda enquanto o número de contratos aumentou.
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Investidores e renda fixa
A depositária do mercado à vista registrou 5,885 milhões de investidores pessoas físicas, considerando CPFs individuais. O número cresceu 9,2% em relação a setembro de 2025 e 1,1% sobre agosto. O total de contas chegou a 6,75 milhões, com alta anual de 9,1%.
Em renda fixa e crédito, o estoque alcançou R$ 10,15 trilhões, aumento de 16% na comparação anual e de 1,5% em relação a agosto. As novas emissões totalizaram R$ 2,27 trilhões, com avanços de 2,1% e 4,7%, respectivamente.
O estoque do Tesouro Direto atingiu R$ 263 bilhões, crescimento de 43,3% em relação a setembro do ano passado. Na comparação com agosto, quando somava R$ 252 bilhões, o aumento foi de 4,3%.






