O bilionário Elon Musk, dono da rede social X (ex-Twitter) e da Tesla (TSLA; TSLA34), “agendou” para a Itália o combate de MMA que pretende travar com Mark Zuckerberg, CEO da Meta (META; $M1TA34): será na Itália. Segundo ele, e representantes do governo italiano, a luta entre Musk e Zuckerberg será um “grande evento beneficente”.
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Musk havia desafiado Zuckerberg para uma luta em junho, antes que a empresa dona do Facebook lançasse o Threads, rede social baseada em mensagens curtas que concorre diretamente com a plataforma adquirida pelo sul-africano no ano passado.
Na época, Musk chegou a dizer que o combate seria “num octógono em Las Vegas”, mas agora disse até ter conversado com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e com o ministro da Cultura do país, Gennaro Sangiuliano, para realizar o evento, que, segundo ele, terá transmissão pelas plataformas dos dois bilionários.
O local ainda não foi confirmado nem a data. Sangiuliano, em nota, confirmou as conversas e disse apenas que o evento não será no Coliseu, conforme chegou a se cogitar depois de Musk dizer que a luta seria “à moda da Roma Antiga”.
O ministro disse ainda que Musk e Zuckerberg farão uma “grande doação a dois importantes hospitais pediátricos italianos para a melhoria das instalações e da investigação científica para combater doenças”. “Tudo o que for feito prestará homenagem ao passado e ao presente da Itália”, disse Musk.
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Luta entre luta entre Musk e Zuckerberg: entenda a “briga”
A história começou em 26 de junho, quando Musk reagiu a uma postagem sobre os testes que a Meta vinha realizando com o Threads. O dono da Tesla, da SpaceX e da startup de chips cerebrais Neuralink respondeu que “a Terra não pode ficar sob o polegar de Zuck sem outras opções”. Um seguidor alertou: “Cuidado, que agora ele treina jiu jitsu”. Elon Musk então retrucou: “Estou pronto para uma luta se ele estiver.”
Horas depois, Zuckerberg postou em seu Instagram uma tela com os tuítes e a resposta: “Envie-me o lugar”, ao que Musk rebateu em seguida: “Vegas Octagon”, em referência ao palco na cidade que recebe lutas de MMA (mixed martial arts), esporte que combina diversas artes marciais e tem como principal torneio o UFC (Ultimamte Fight Championship).
Por trás do factoide está a preocupação de Musk em ver sua rede social ser prejudicada pela nova iniciativa da Meta, lançada em julho. Ele chegou a ameaçar de processo a empresa de Zuckerberg por roubo de direitos autorais.
A Meta, de fato,, tem entre detratores a fama de copiar tecnologias de empresas que não consegue comprar. É o caso dos stories, hoje usados nos principais aplicativos da Meta e que são uma inovação do Snapchat, empresa que recusou proposta de compra feita por Zuckerberg; e dos reels, vídeos curtos usados no Instagram e com clara inspiração no formato do chinês TikTok.
Além disso, as duas empresas também são rivais em disputas sobre inovações com uso de tecnologia artificial, além de serem alvo de discussões sobre liberdade de expressão e políticas de controle sobre discursos de ódio dentro das plataformas.
Luta entre Musk e Zuckerberg: como investir nas empresas dos brigões
A Tesla, montadora de carros elétricos, é hoje a única companhia de capital aberto de Musk. No ano passado, a efetivação da compra do Twitter obrigou Musk a se desfazer de parte de suas ações da Tesla em busca de capital. Os papéis da empresa, no entanto, vêm mostrando boa recuperação ao longo deste ano, com mais de 120% de valorização acumulada.
A Meta sofreu queda nas cotações mais ou menos no mesmo período, por causa de resultados ruins em experiências de realidade virtual com o Metaverso, mas mostra valorização constante ao longo do ano, com alta acumulada acima de 140%. As duas empresas, porém, ainda estão abaixo de suas cotações históricas.
Quem quiser investir na Tesla ou na Meta pode fazer isso diretamente no exterior, por meio de uma conta em uma corretora local. Nesse caso, o primeiro passo é contar com o suporte da EQI Internacional, que presta serviço de assessoria de investimentos nos Estados Unidos.
Para o cliente de varejo, a opção mais indicada é a abertura de contas na corretora Avenue. A empresa tem um contrato de “foreign finder” com a EQI Investimentos que autoriza a EQI, pelos reguladores americanos e brasileiros a indicar clientes para a Avenue e dar suporte comercial a eles. A solicitação de abertura de conta de investimentos é feita de forma 100% online e gratuita.
Já os clientes com portfólio mais robusto podem ter acesso ao BTG Miami. Neste caso, o investidor da EQI deve acionar diretamente seu assessor de investimentos para a realização de todo o processo.
Outra opção para investir é por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da empresa da empresa, que são negociados na B3 a bolsa de valores brasileira. Os BDRS são certificados que representam ações emitidas em outros países. Quem adquire um BDR está, indiretamente, participando de uma empresa no exterior.
Funciona mais ou menos como um fundo de investimento. A instituição emissora adquire várias ações de empresas estrangeiras. Então, depois monta um “pacote” e vende partes dele aos investidores. Logo, esses títulos são como cotas. As cotações são independentes, mas costumam seguir o ritmo do mercado internacional. Os tickers para aquisição são TSLA34, para a Tesla, e $M1TA34, para a Meta.
Os ETFs, ou Exchange Traded Funds, fundos de índice, são outra boa alternativa para quem quer acessar mercados internacionais. Com ETFs, é possível investir sem adquirir diretamente os papéis das companhias listadas em bolsa. Como vantagens do investimento está a redução de custos, diversificação de ativos e riscos, além da simplificação de estratégias mais complexas.
Depois de ler as novidades sobre a possível luta entre Musk e Zuckerberg, descubra como é possível ter uma renda passiva por meio de dividendos recebidos em dólar.






