A febre dos microblogs continua dando o que falar nos bastidores das Big Techs, mas agora com menos intensidade. Na prática, o Threads recua, o Truth Social derrapa e o Twitter perde dinheiro.
A primeira é a plataforma lançada duas semanas atrás pela Meta (META; M1TA34), dona do Facebook, para concorrer com o Twitter, comprado pelo megainvestidor Elon Musk em outubro do ano passado por R$ 44 bilhões. O empresário está à frente da Tesla (TSLA; TSLA34) e SpaceX.
Já o Truth Social é o microblog do ex-presidente Donald Trump, porém, acaba de perder um dos profissionais destacados para reforçar a tecnologia do app.
Isso porque o chefe de engenharia da empresa que opera o aplicativo renunciou. Trata-se de Alex Gleason, e o caso ocorre em meio a um período de incerteza prolongada para o Trump Media & Technology Group (TMTG).
Gleason é o fundador da Soapbox Technology, que fornece tecnologia de código aberto para plataformas de mídia social “descentralizadas” que operam em servidores independentes e oferecem uma alternativa ao Twitter e ao Facebook, segundo a Reuters.
Ele justificou a saída afirmando que precisa trabalhar em tempo integral na Soapbox, desenvolvendo tecnologia para conectar várias plataformas descentralizadas.
O TMTG contratou Gleason em janeiro de 2022 para adaptar a tecnologia da Soapbox às suas próprias necessidades, eventualmente usando-a como tecnologia front-end — que os usuários veem e interagem — para o aplicativo Truth Social.
Threads recua
Em relação ao Threads, de Mark Zuckerberg, o app bombou nas primeiras horas de seu lançamento, mas o interesse durou dois ou três dias. Na sequência, houve um recuo e o Twitter voltou ao patamar de principal microblog.
O Threads continua sendo consideravelmente buscado na internet, mas o interesse é em saber o que é e como funciona, diferentemente do Twitter, cujo interesse se dá por assuntos que estão engajando e chamando a atenção das massas.
Twitter perde dinheiro
O Twitter, por sua vez, perdeu 50% das receitas de publicidade. Neste momento, o microblog regista mais saídas do que entradas de dinheiro e não consegue cobrir as despesas. Para manter a rede social ativa, a empresa precisa recorrer a financiamentos, o que agrava ainda mais a dívida. A informação é do próprio Elon Musk.

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