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Radar de FIIs: RBVA11 revisa condições da 6ª emissão de cotas e mais

Radar de FIIs: RBVA11 revisa condições da 6ª emissão de cotas e mais

Compras, vendas, aluguéis, rescisões e mais: fique por dentro das principais movimentações dentro do mercado de Fundos Imobiliários

Radar de FIIs traz os destaques do mercado dos Fundos Imobiliários. Confira!

Radar de FIIs: as notícias dos Fundos Imobiliários

Confira as principais notícias dos Fundos Imobiliários do dia, conforme divulgação ao mercado:

Devant Properties (DPRO11)

O DPRO11 comunicou que, devido a atrasos operacionais ligados à transferência e à abertura de contas, a divulgação dos rendimentos foi adiada, apesar de a data estimada no comunicado anterior ter sido respeitada. Assim, foi publicado o informe de rendimentos e amortizações, fixando a distribuição de R$ 0,06 por cota, com pagamento previsto para março de 2026.

Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11)

O RBVA11 anunciou alterações nas condições de sua 6ª emissão de cotas, destacando o aumento do lote adicional de 50% para 87,5%, mudanças na alocação dos recursos com a inclusão de um novo imóvel no pipeline indicativo e a revisão do cronograma da oferta.

A emissão tem como objetivo captar até R$ 80,0 milhões, podendo ser ampliada em até R$ 70,0 milhões por meio do lote adicional, alcançando um total de até 7,6 milhões de cotas ao preço de R$ 10,68 cada, já considerando os custos de distribuição.

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Os recursos líquidos serão direcionados principalmente para a aquisição de imóveis no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP), com cap rates médios estimados entre 8,0% e 12,5%. A oferta é voltada exclusivamente a investidores profissionais, permite colocação parcial com valor mínimo de R$ 26,0 milhões e garante direito de preferência aos cotistas com posição em janeiro de 2026.

XP Corporate Macaé (XPCM11)

O XPCM11 firmou um contrato de locação com uma empresa do setor de óleo e gás para ocupar uma área de 532 m² no Edifício The Corporate, em Macaé (RJ), correspondente a parte dos 8º e 9º andares, com vigência de 60 meses a partir de março de 2026. Com essa nova locação, a vacância física do fundo deverá cair de 51% para cerca de 48,6%.

A receita bruta total estimada do contrato é de R$ 0,48 por cota. Já a receita mensal bruta deve ficar em torno de R$ 0,02 por cota após o período de carência até o 12º mês, subir para aproximadamente R$ 0,11 por cota entre o 13º e o 24º mês, e alcançar cerca de R$ 0,36 por cota a partir do 25º mês, desconsiderando a correção inflacionária e possíveis reduções nas despesas condominiais.