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Galapagos Capital leva ETFs e debate sobre o futuro dos investimentos à Money Week 2026

Galapagos Capital leva ETFs e debate sobre o futuro dos investimentos à Money Week 2026

Companhia participa novamente do evento ao lado da EQI Investimentos e coloca Asset Management, ETFs e planejamento de longo prazo no centro das discussões

A Galapagos Capital participa novamente da Money Week em 2026, ao lado da EQI Investimentos, com uma agenda concentrada principalmente em Asset Management. Nesta edição, a companhia pretende apresentar suas estratégias de gestão, ampliar o diálogo com assessores e investidores e colocar os ETFs entre os principais assuntos de sua participação.

A presença ocorre em uma edição que traz como tema “O futuro do Brasil é assunto para agora”. Para Fabio Guarda, sócio-diretor de Asset Management da Galapagos Capital, a proposta do evento pode ser interpretada como um convite para transformar os desafios econômicos do país em decisões concretas.

“Interpretamos o tema como um chamado à ação. O futuro do Brasil está sendo definido pelas decisões atuais sobre estabilidade econômica, responsabilidade fiscal, produtividade, infraestrutura e financiamento das empresas”, afirma.

Segundo Guarda, apesar dos desafios macroeconômicos, o Brasil reúne empresas competitivas, um mercado de capitais em evolução e oportunidades em áreas como infraestrutura, energia, agronegócio e tecnologia. Nesse contexto, discutir o futuro passa por direcionar melhor o capital, ampliar as alternativas de financiamento para as empresas e preparar os investimentos para diferentes cenários.

Galapagos Capital na Money Week 2026 terá foco em ETFs

A Asset Management será a principal frente da Galapagos Capital na Money Week 2026. Um dos destaques da programação será a palestra “A revolução dos ETFs: Eficiência, Escala e Acesso”, conduzida por Bruno Stein, responsável pela área de ETFs da companhia.

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“Trata-se de uma frente que a companhia vem desenvolvendo e que ganha espaço nas discussões deste ano”, explica Guarda.

Além dos ETFs, a Galapagos pretende apresentar os fundos de investimento disponíveis na plataforma da EQI, com ênfase na expertise em crédito privado e no fundo Evolution.

Embora o crédito privado tenha papel relevante na atuação da companhia, ele não será o principal foco desta edição. A proposta, segundo Guarda, é também mostrar a conexão entre as diferentes competências da empresa.

“A companhia aproveita o espaço para conectar as duas frentes, mostrando como a atuação integrada em originação, estruturação, análise e gestão contribui tanto para as estratégias de ETF quanto para a qualidade e o retorno dos ativos de crédito”, diz.

A expectativa é ainda estreitar a relação com os assessores e clientes da EQI. Guarda afirma que a Galapagos pretende permitir que os profissionais compreendam mais profundamente seu modelo de gestão, seu core business e a atuação da Asset, além de apresentar a capacidade da companhia em diferentes soluções financeiras.

Cenário exige seletividade dos investidores

A discussão sobre investimentos em 2026 acontece em meio à atenção do mercado para juros, inflação, crédito, situação fiscal e crescimento econômico. Para a Galapagos, esse ambiente demanda cautela tanto de investidores quanto de empresas.

“O ambiente exige seletividade. A política monetária permanece restritiva e as incertezas fiscais e inflacionárias continuam demandando cautela”, avalia Guarda.

Nesse cenário, a renda fixa continua relevante, mas a decisão de investimento não deve se limitar à rentabilidade oferecida. Na avaliação do executivo, fatores como qualidade do crédito, liquidez, prazo, garantias e relação entre risco e retorno precisam fazer parte da análise.

Do lado das empresas, o custo de capital elevado aumenta a importância da disciplina financeira, da geração de caixa e da diversificação das fontes de financiamento.

“Nossa abordagem é construir estratégias capazes de atravessar diferentes cenários, combinando liquidez, proteção e oportunidades de médio e longo prazo”, afirma.

Mercado de capitais e crédito privado no futuro do Brasil

Na visão da Galapagos, o desenvolvimento do Brasil depende também do aprofundamento do mercado de capitais. Guarda considera que o país precisa ampliar as alternativas disponíveis para financiar suas empresas, diminuindo a dependência exclusiva do crédito bancário e aproximando investidores de projetos produtivos.

Nesse processo, o crédito privado ocupa uma posição estrutural. “O crédito privado tem papel estrutural na diversificação das fontes de financiamento das empresas, apoiando projetos de expansão, infraestrutura e inovação”, explica.

Para os investidores, esse mercado amplia as possibilidades dentro da renda fixa e permite exposição a diferentes setores e riscos. Para as companhias, pode oferecer maior flexibilidade e acesso a recursos com prazos mais adequados às necessidades de cada projeto.

Guarda também aponta efeitos que vão além do financiamento. Segundo ele, o desenvolvimento desse mercado estimula transparência, governança e qualidade das informações corporativas.

Entre os temas considerados essenciais para o futuro do país estão ainda produtividade, infraestrutura, transição energética, transformação digital e novas estruturas de financiamento.

A evolução da inteligência artificial e da computação em nuvem, por exemplo, já se traduz em novas demandas de infraestrutura.

“A expansão da IA e da computação em nuvem está criando uma demanda relevante por data centers. A área de Investment Banking da Galapagos tem acompanhado essa agenda de investimentos em infraestrutura digital”, afirma.

Áreas da Galapagos se conectam em ecossistema integrado

Além da Asset Management, a Galapagos atua em Investment Banking e Wealth Management, área estruturada nos pilares Digital, Alta Renda e Multi Family Office. Segundo Guarda, essas frentes se complementam para atender diferentes necessidades dos clientes, desde operações de captação e estratégias de investimento até a gestão de recursos.

“A conexão entre as áreas ocorre por meio de um ecossistema financeiro integrado, desenhado para olhar para a vida do cliente como um todo e apoiar a longevidade de seus negócios e de seu patrimônio familiar”, explica.

Essa integração também acompanha uma mudança observada no comportamento dos investidores brasileiros de alta renda. De acordo com Guarda, o retorno deixou de ser analisado isoladamente.

“O investidor de alta renda passou a olhar o patrimônio de forma mais ampla. Além de retorno, considera liquidez, concentração de riscos, exposição internacional, tributação, sucessão e governança familiar”, afirma.

Também aumentou, segundo ele, a procura por transparência e personalização. Os clientes querem entender a finalidade de cada ativo dentro da carteira, assim como seus custos e riscos.

“Existe uma percepção crescente de que preservar patrimônio é diferente de simplesmente acumular ativos. Preservação envolve planejamento, diversificação, governança e preparação das próximas gerações”, acrescenta.

Sucessão e internacionalização entram no planejamento

O horizonte de longo prazo também ganhou importância nas conversas sobre sucessão patrimonial e investimentos internacionais.

“Muitas famílias perceberam que o planejamento sucessório não deve começar apenas diante de uma emergência”, diz Guarda. O processo envolve organização de ativos, governança e preparação dos herdeiros.

A internacionalização, por sua vez, é vista como instrumento de diversificação geográfica e cambial, acesso a outros mercados e proteção patrimonial. Para isso, o executivo ressalta a necessidade de uma estrutura financeira capaz de dar suporte ao investidor fora do Brasil, citando a parceria da Galapagos com o BB Americas.

A orientação é tratar essas decisões de maneira conjunta, considerando investimentos, estrutura bancária, tributação e objetivos familiares de longo prazo.

Tecnologia apoia decisões, mas não substitui atendimento humano

Outro elemento dessa estratégia é a tecnologia. Na avaliação da Galapagos, ferramentas digitais podem melhorar a eficiência operacional, consolidar informações, facilitar o acompanhamento de carteiras e fortalecer os processos de análise e controle de riscos.

Em gestão patrimonial, a tecnologia também permite obter uma visão consolidada dos ativos mesmo quando eles estão distribuídos entre diferentes instituições e países.

Ainda assim, Guarda destaca que a digitalização não elimina a importância da atuação dos profissionais.

“Para a Galapagos Capital, tecnologia e atendimento humano são complementares. O objetivo é tornar o relacionamento mais eficiente, sem substituir o poder analítico e a experiência dos profissionais”, afirma.

Parceria com a EQI avançou para relação societária

A relação entre Galapagos Capital e EQI Investimentos também avançou para uma parceria societária. Segundo Guarda, a estrutura de participação cruzada reforça o alinhamento estratégico entre as companhias.

A estrutura reforça o alinhamento estratégico, mas não elimina a independência das duas empresas.

“Cada uma mantém sua atuação, marca e operação independentes. A colaboração acontece de forma pontual, em iniciativas e verticais específicas onde faz sentido somar forças”, explica.

Na Money Week 2026, essa proximidade deve servir especialmente para ampliar o contato da Asset com assessores e clientes da EQI e apresentar de forma mais detalhada suas estratégias de gestão.

Cliente no centro das decisões

Ao discutir o futuro do Brasil durante a Money Week, a Galapagos pretende reunir perspectivas de diferentes áreas de atuação.

“Como gestores, analisamos risco e retorno. Como banco de investimento, acompanhamos as necessidades de capital das empresas. E na gestão patrimonial, compreendemos os objetivos de investidores e famílias”, resume Guarda.

Para o executivo, essa combinação permite discutir de forma mais ampla questões relacionadas à macroeconomia, ao mercado de capitais e à economia real, além de defender um mercado mais profundo, transparente e conectado às necessidades produtivas do país.

A mensagem que a companhia pretende levar ao investidor durante a Money Week 2026 também passa pela forma como as decisões financeiras são tomadas. Em vez de olhar isoladamente para produtos, Guarda defende uma gestão que considere os objetivos do cliente de maneira ampla, com transparência e atenção aos possíveis conflitos de interesses.

“O verdadeiro diferencial está em oferecer um direcionamento correto, transparente e sem conflito de interesses. O compromisso central é colocar o cliente no foco absoluto, garantindo a solidez e a longevidade de suas conquistas e de sua família”, afirma Guarda.

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