Avanço nas negociações do alto escalão dos EUA e China foram anunciadas, e contribuíram para mercados encerrarem dos EUA e da Europa no terreno positivo.
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Mercado Europeu
As bolsas da Europa encerraram em alta com otimismo sobre negociações entre EUA e China. As bolsas vinham mistas até próximo do fechamento, mas foram reanimadas com a notícia de que as negociações do alto escalão dos dois países progrediram. Entre as principais bolsas, apenas Londres não conseguiu alcançar o terreno positivo, mesmo com a contribuição da libra em baixa.
As incertezas políticas em torno do Brexit também mereceram atenção dos investidores, visto que a UE formalizou que concorda com uma extensão para o Brexit, mas ainda não definiu o prazo. Enquanto no Reino Unido, é debatida a possibilidade de eleição geral em 12 de dezembro.
Alemanha | DAX [+0,17%]
Londres | FTSE 100 [-0,05%]
França | CAC 40 [+0,67%]
Zona do euro | Euro Stoxx 50 [+0,09%]
Itália | FTSE MIB [+0,36%]
EUR/USD [-0,23%] | € 1,1079
GPB/USD [-0,17%] | € 1,2828
Bolsas Norte-americanas
A notícia que animou os mercados nesta manhã veio dos Estados Unidos. Segundo as notícias, as negociações no âmbito da guerra comercial evoluíram. Representantes do governo dos EUA, Navarro e Lightizer, disseram que EUA e China podem assinar fase I de acordo comercial em 1 de novembro, e alguns pontos da 1ª fase do acordo comercial já estão perto de serem fechados. As discussões devem prosseguir, e haverá outra rodada de negociação telefônica de alto nível em breve.
O bom humor se espalhou pelos mercados, e o S&P 500 chegou a bater na máxima histórica do fechamento (3.027,39 pontos).
Um dado divulgado nesta manhã, o sentimento do consumidor nos EUA (univ. Michigan) subiu a 95,5 pontos em outubro, abaixo da previsão (96,0).
Os mercados encerraram em firme alta.
Dow Jones 30 [+0,57%] | 26.958 pontos
S&P 500 [+0,41%] | 3.022 pontos
Nasdaq [+0,70%] | 8.243 pontos
VIX [-7,73%] | 12,65 pontos
Commodities
Segundo o Baker Hughes, as sondas de exploração de petróleo dos EUA atingiram contagem semanal de 830. Poços e plataformas de petróleo em atividade caíram 17 na semana, para 696. O fechamento de poços de plataformas contribuiu para o petróleo manter a cotação no positivo.
O minério Qingdao teve alta de 0,73%, a US$ 87,98 a tonelada. O minério futuro seguiu o mesmo comportamento, subiu 2,10% a 634,5 iuanes.
A referência britânica de petróleo, o Brent para dezembro, encerrou em alta de 0,57%, a US$ 62,02. A referência norte-americana, o WTI para dezembro, avançou 0,76%, a US$ 56,66.
O ouro encerrou cotado no maior nível em duas semanas. A cotação do metal ainda sofreu influência positiva do dado fraco das encomendas de bens duráveis nos EUA, e encerrou em alta marginal de 0,03%, a US$ 1.505,30 a onça-troy.
A bolsa brasileira
O mercado brasileiro iniciou o dia acelerando altas, renovando logo durante a manhã a máxima histórica em 108.083 pontos. As notícias positivas chegam até os juros, com o DI para 2022 tocando mínima histórica intradiária, a 4,90%, a poucos dias da reunião do Copom.
Na Ásia, a comitiva brasileira começa a trazer boas notícias. Segundo reportagem, a China deve liberar exportação de carne processada do Brasil, e isso deve ocorrer após a assinatura de protocolo entre Bolsonaro e Xi Jinping, beneficiando também outros produtos.
Entre as empresas brasileiras, a Petrobras atingiu na máxima, durante a manhã, R$ 29,55, em alta de 4,10%, sendo o patamar máximo desde dezembro de 2009. A empresa é beneficiada pela divulgação do bom relatório e perspectivas positivas com seu futuro. Em conjunto com as notícias positivas, os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 518 milhões na B3 no dia 23 de outubro. Saldo no ano ainda é negativo em R$ 30,862 bilhões.
Segundo a CNI, a construção civil teve em setembro a menor ociosidade em cinco anos, com 62% de utilização da capacidade de operação. A confiança do consumidor medida pela FGV cresceu 1,2 ponto em outubro ante setembro, para 98,4 pontos.
O Ibovespa encerrou em alta de 0,35% com 107.363 pontos , tendo como máxima 108.083 pontos (+1,02%), e mínima 106.989 pontos (0,00%). O volume financeiro desta sessão somou R$ 17,48 bilhões. Na semana, o índice acumulou alta de 2,52%, e no mês alta de 2,50%.
O dólar seguiu tendência contrária, com o real tendo bom desempenho contra a moeda norte-americana. A moeda norte americana encerrou em queda de 0,87%, cotado a R$ 4,006, mantendo o patamar dos R$ 4,00. Na mínima, marcou R$ 3,992 (-1,21%), perdendo a marca dos 4 reais, e na máxima R$ 4,034 (-0,17%). Na semana, o dólar acumulou queda de 2,70%, e no mês queda de 3,73%.
- As ações que lideram as altas dentro do índice Bovespa:
Bradespar (BRAP4) R$ 32,19 | [4,07%]
Vale (VALE3) R$ 48,56 | [3,87%]
Petrobras PN (PETR4) R$ 29,25 | [3,28%]
Cielo (CIEL3) R$ 7,89 | [3,27%]
Petrobras ON (PETR3) R$ 31,71 | [2,92%] - As ações que lideram as baixas dentro do índice Bovespa:
Ambev S/A (ABEV3) R$ 17,60 | [-8,29%]
Sid. Nacional (CSNA3) R$ 12,12 | [-3,12%]
Magazine Luiza (MGLU3) R$ 42,00 | [-2,89%]
Weg (WEGE3) R$ 25,41 | [-2,64%]
JBS (JBSS3) R$ 28,35 | [-2,58%]
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