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XPML11 registra alta de 53% no resultado de maio e vê vendas dos shoppings atingirem máxima de 2026

XPML11 registra alta de 53% no resultado de maio e vê vendas dos shoppings atingirem máxima de 2026

Fundo imobiliário encerrou o mês com resultado de R$ 55,235 milhões, enquanto as vendas por metro quadrado alcançaram o maior patamar do ano

O fundo imobiliário XPML11 encerrou maio com resultado de R$ 55,235 milhões, o que representa um avanço de 53% em relação ao desempenho registrado no mês anterior. As receitas totais somaram R$ 66,710 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 11,474 milhões no período.

Os cotistas receberam, em 25 de junho, uma distribuição de R$ 0,92 por cota. O valor corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 0,87%. Assim como ocorre com outros fundos imobiliários, os rendimentos distribuídos pelo XPML11 seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação.

Indicadores operacionais mostram avanço nas vendas dos shoppings

O NOI caixa do fundo foi de R$ 130 por metro quadrado em maio. Ao longo de 2026, o indicador registrou R$ 220 por metro quadrado em janeiro, R$ 141 em fevereiro, R$ 130 em março e R$ 134 em abril.

As vendas por metro quadrado dos empreendimentos presentes na carteira chegaram a R$ 1.757 em maio, o maior patamar observado neste ano. Nos meses anteriores, o indicador ficou em R$ 1.635 em janeiro, R$ 1.428 em fevereiro, R$ 1.678 em março e R$ 1.630 em abril.

No mercado, o XPML11 registrou retorno negativo de 0,97% em maio. O desempenho ficou abaixo da variação do IFIX, que recuou 0,77% no mesmo período, e também inferior ao CDI líquido, que avançou 0,93%.

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No acumulado de 2026, o fundo apresenta rentabilidade de 0,96%, enquanto o IFIX registra ganho de 1,37%. Já o CDI líquido acumula alta de 5,86%.

Ao fim de maio, a carteira do XPML11 era composta por 26 shopping centers, que reúnem cerca de 1,14 milhão de metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) e mais de 5.200 lojas. A participação própria do fundo corresponde a aproximadamente 274 mil metros quadrados de ABL.

A maior parcela do patrimônio permanece investida em imóveis, que representam 93,9% dos ativos. O restante da carteira está distribuído entre caixa (3,9%), cotas de fundos imobiliários (1,5%) e CRI conversível (0,6%).

Em valores absolutos, os imóveis somavam R$ 7,385 bilhões ao final de maio. O caixa totalizava R$ 306 milhões, enquanto a posição em CRI conversível era de R$ 120,771 milhões e a alocação em FIIs chegava a R$ 49,897 milhões. Com isso, o patrimônio total da carteira alcançava R$ 7,862 bilhões.