O Radar corporativo desta quinta-feira (7) destaca que a Cogna (COGN3) negocia a venda de colégios e a compra de sistema de ensino com a Eleva.
A Cemig (CMIG4) anuncia a venda de ações da Light (LIGT3) em oferta pública restrita.
O BTG (BPAC11) fará emissão de senior notes no valor de US$ 500 milhões. Além disso, informou redução em participação na 3R (RRRP3).
A Dasa (DASA3) anuncia aquisição da Innova Hospitais Associados.
O Itaú (ITUB4) atinge 5,014% das ações ordinárias da C&A (CEAB3).
A Klabin (KLBN4) anuncia emissão de US$ 500 milhões em títulos de dívidas.
A Pague Menos (PGMN3) quita empréstimos de R$ 170,6 milhões.
A Eneva (ENEV3) registra expansão das reservas certificadas em 2020 nas bacias do Parnaíba e do Amazonas.
A Eletrobras (ELET6) incorpora sete sociedades de propósito específico (SPEs) à Eólica Ventos de Angelim.
A MRV (MRVE3) conclui a venda do empreendimento Deering Groves, localizado em Miami (EUA), pelo valor geral de venda de US$ 57 milhões.
A B3 (B3SA3) inicia negociação de cotas do FII BB FOF (BBFO).
A Gol (GOLL4) informa que sua demanda por voos caiu pela metade em 2020.
Neoenergia (NEOE3) informa que entrou em operação comercial o terceiro dos cinco trechos que compõem a linha de transmissão do lote de Dourados.
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Cogna (COGN3) negocia venda de colégios e compra de sistema de ensino
De acordo com reportagem do Valor, a Cogna e a Eleva Educação, ambas com Jorge Paulo Lemann entre seus acionistas, estão negociando ativos. Colégios da Cogna seriam vendidos para a Eleva. Esta, por sua vez, venderia seu sistema de ensino para a Cogna.
Em comunicado ao mercado, a Cogna confirmou o conteúdo da reportagem. E afirmou que “a transação poderá envolver a venda de determinadas escolas controladas direta ou indiretamente pela Saber à Eleva, bem como a aquisição de sistema de ensino detido pela Eleva pela Somos Sistemas de Ensino S.A., sociedade controlada pela Cogna e pela Vasta Platform Limited”. “A Cognae a Saber informam ainda que nenhum documento vinculante a respeito da Transação foi assinado até a presente data e que não há qualquer garantia de que um acordo será alcançado entre as partes”, complementou.
Cemig (CMIG4) vende ações da Light (LIGT3) em oferta pública restrita
A Light (LIGT3) informa que fará oferta pública restrita de distribuição primária e secundária de 137.242.528 ações ordinárias, nominativas, escriturais, sem valor nominal, todas livres e desembaraçadas de quaisquer ônus ou gravames. Será feita a distribuição primária de 68.621.264 novas ações ordinárias a serem emitidas pela companhia e a distribuição secundária de 68.621.264 ações ordinárias de emissão de titularidade da Companhia Energética de Minas Gerais, Cemig (CMIG4).
Cemig (CMIG4) elege diretor de distribuição
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) informa que o Conselho de Administração elegeu, e 5 de janeiro, Marney Tadeu Antunes para Diretor Cemig Distribuição, em substituição a Ronaldo Gomes de Abreu.
Antunes é formado em engenharia elétrica pela Faculdade de Engenharia de Sorocaba, com especializações e pós-graduações em Gestão, Estratégia, Gerenciamento de Projetos, Custos Marginais e Tarifação de Energia, dentre outras. E possui 34 anos de vivência no Setor Elétrico Brasileiro.
BTG (BPAC11) reduz participação na 3R (RRRP3)
A 3R (RRRP3) comunica que o Banco BTG (BPAC11) alienou ações ordinárias de emissão da companhia e que sua participação passou a ser de 5.075.400 ações ordinárias, equivalente a aproximadamente 4,82% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.
BTG Pactual (BPAC11) anuncia emissão de senior notes no valor de US$ 500 mi
O BTG Pactual (BPAC11) anunciou que fará a emissão de senior notes. O valor total é de US$ 500 milhões.
O objetivo será a realização de financiamento ou refinanciamento de green projects e/ou projetos sociais elegíveis, de acordo como seu “green, social and sustainable financing framework”.
A taxa das notas será de 2,75% ao ano, com vencimento em 11 de janeiro de 2026.
Os juros serão devidos semestralmente em 11 de janeiro e em 11 de julho de cada ano, a partir de 11 de julho de 2021.
As notas serão listadas no Official List da Luxembourg Stock Exchange e foram oferecidas apenas a investidores institucionais qualificados.
“Tal emissão reitera o compromisso com a busca e aperfeiçoamento contínuo do BTG Pactual para as melhores práticas de sustentabilidade, governança e gestão do seu negócio”, diz o banco.
Banco Inter (BIDI11) confirma novo diretor de risco
O Conselho de Administração do Banco Inter aceitou a renúncia de Alexandre Riccio de Oliveira do cargo de diretor de riscos, políticas de crédito e modelagem do banco. Em seu lugar foi confirmado Thiago Garrides Cabral de Lima.
C&A (CEAB3): Itaú (ITUB4) atinge 5,014% das ações ordinárias
A C&A Modas S.A. (CEAB3) informou que recebeu notificação do Itaú (ITUB4) informando alteração acionária.
Assim, a soma de ações de C&A detidas pelos fundos de investimentos geridos pelo Itaú agora é de 5,014%. Ou seja, 15.458.201 ações.
Segundo o Itaú, a alteração não tem o objetivo de mudar a composição do controle ou estrutura administrativa da sociedade.
Klabin (KLBN4) anuncia emissão de US$ 500 milhões em títulos de dívidas
A Klabin (KLBN4) informou que emitirá US$ 500 milhões em títulos de dívidas. As emissões serão feitas pela subsidiária Klabin Austria GmbH (Klabin Áustria).
O cupom e yield será de 3,20% ao ano, com juros devidos semestralmente, com vencimento em 6 de janeiro de 2031.
Esta emissão é caracterizada como Sustainability-Linked uma vez que está associada ao desempenho de indicadores de performance em sustentabilidade definidos para 2025.
Assim, os títulos referentes a esta emissão estão suscetíveis a reajustes no cupom (juros) caso as metas de sustentabilidade estabelecidas não sejam alcançadas pela companhia.
Os recursos captados servirão para a recompra antecipada das notes2024, anunciada em 04 de janeiro de 2021, através de oferta de aquisição a ser realizada pela sua subsidiária integral Klabin Finance, localizada em Luxemburgo.
Pague Menos (PGMN3) quita empréstimos de R$ 170,6 mi
A Pague Menos (PGMN3) quitou empréstimos de R$ 170,6 milhões e anunciou a contratação de capital de giro de R$ 160 milhões.
O capital de giro terá como taxa o CDI + 2,5%, com prazo final de 09/01/2023.
Ambas operações foram feitas junto ao Banco Santander.
Engie Brasil (EGIE3) entra no Índice Carbono Eficiente da B3
A Engie Brasil Energia (EGIE3) foi selecionada para compor a nova carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3.
O ICO2 é composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos gases do efeito estufa e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
Criado em 2010, o ICO2 B3 tem o objetivo de ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil.
“Participar da nova carteira do ICO2 reconhece o compromisso da Engie com a gestão e transparência em relação às emissões de gases do efeito estufa (GEE). Divulgado desde 2011, nosso inventário de emissões de GEE é mais um dos instrumentos que nos guiam em busca da liderança na transição para uma economia de baixo carbono”, destaca o Diretor-Presidente e de Relações com Investidores da Companhia, Eduardo Sattamini.
Eletrobras (ELET6) incorpora sete SPEs à Eólica Ventos de Angelim
A Eletrobras (ELET6) comunicou que as geradoras eólicas Arara Azul, Bentevi, Ouro Verde I, eólica Ouro Verde II, Ouro Verde III, Ventos de Santa Rosa e Ventos de Uirapuru foram incorporadas à eólica Ventos de Angelim.
As sete sociedades de propósito específico, ora extintas, formavam os complexos eólicos Acaraú, no Ceará, e Famosa III, no Rio Grande do Norte.
A participação acionária da Brasil Ventos Energia (subsidiária integral de Furnas Centrais Elétricas) na geradora eólica Ventos de Angelim é de 90%.
Eneva (ENEV3): reservas certificadas de gás sobem em 2020
A Eneva (ENEV3) comunicou em fato relevante que registrou expansão das reservas certificadas em 2020 nas bacias do Parnaíba e do Amazonas.
Assim sendo, as reservas de gás na bacia do Parnaíba fecharam 2020 com 25,976 bilhões de metros cúbicos (bm³), contra 24,072 bm³ ao final de 2019.
Segundo a Eneva, a variação nessa bacia deve-se principalmente à conclusão da perfuração de poços em Gavião Tesoura e Gavião Preto.
Ao mesmo tempo, as reservas na Bacia do Amazonas cresceram para 5,851 bm³, ante 3,612 bm³ um ano antes.
“O resultado da perfuração dos 3 poços produtores do campo resultou num incremento de 60% da reserva do campo”, informou a Eneva.
MRV (MRVE3): AHS Residential fecha venda de empreendimento
A MRV (MRVE3) concluiu a venda do empreendimento Deering Groves, localizado em Miami (EUA), pelo valor geral de venda (VGV) de US$ 57 milhões.
Trata-se da primeira venda de um empreendimento da subsidiária americana AHS Residential (AHS) após sua aquisição por parte da MRV, ocorrida em 31 de janeiro de 2020.
O Deering Groves fazia parte do grupo de 07 empreendimentos em negociação de venda que totalizavam 1.450 unidades e, aproximadamente, US$ 306 milhões de VGV.
B3 (B3SA3) inicia negociação de cotas do FII BB FOF (BBFO)
A B3 (B3SA3) anunciou que o BB Fundo de Fundos – Fundos de Investimentos Imobiliários, direcionado a investidores em geral, passa a ter suas cotas negociadas no mercado de bolsa. As informações vêm de nota disponibilizada no site da B3.
De acordo com nota da B3, o nome de pregão será de FII BB FOF e código de negociação BBFO. O lote-padrão é de uma cota e a cotação será de reais por unidade.
A primeira emissão de cotas foi encerrada em 29 de dezembro de 2020. No total, conforme divulgado, foram subscritas e integralizadas 4 milhões de cotas. O valor unitário era de R$ 100, com um Valor Total da Oferta de R$ 400.390.000.
Cury (CURY3) tem alteração na direção
A Cury Construtora e Incorporadora S.A (CURY3) informou que Gustavo Gagliardi deixará de ocupar o cargo de Diretor da Companhia.
Até então ele ocupava o cargo de Diretor sem designação específica. Ele comunicou que deverá deixar o cargo em 31 de janeiro de 2021 e continuará exercendo, com toda a diligência e responsabilidade, suas funções na companhia até tal data.
Ele estava como diretor da Cury desde 2017, tendo ocupado anteriormente a posição de Gerente Geral de Obras.
Marcopolo (POMO4) tem alteração na participação acionária
A Marcopolo (POMO4) comunicou que os acionista James Eduardo Bellini, Mauro Gilberto Bellini e Paulo Alexander Pacheco Bellini adquiriram um total de 12.008.000 de ações preferenciais da Companhia.
As aquisições, somadas às 20.215.239 ações preferenciais já detidas anteriormente pelos adquirentes, também acrescidas as ações detidas pela sociedade Bellpart Participações, perfazem um total de 32.223.239 de ações preferenciais.
Isso equivale a 5,3% das ações preferenciais de emissão da Marcopolo.
Wetzel (MWET4): acionista vende 4,66%
Em recuperação judicial, a Wetzel (MWET4) informou que, em atendimento às normas da CVM, informou que recebeu carta do acionista Ricardo Smejoff declarando sua alienação de participação acionária relevante.
Segundo Ricardo, ao longo das últimas semanas, ele vendeu ações preferenciais da Wetzel. Assim, foram vendidas por ele 64.000 ações preferenciais. Ou seja, 4,66% da classe de ações da empresa.
Gol (GOLL4) demanda por voos caiu pela metade em 2020
No pior ano para aeronáutica por conta da pandemia da Covid-19, a Gol (GOLL4) viu sua demanda por voos cair pela metade.
Em 2020, a operadora registrou queda 51% na demanda por voos (RPK) e 50,8% na oferta (ASK) na comparação com 2019, de acordo com dados preliminares divulgados nesta quarta-feira (6) pela companhia.
Ainda na base anual, a taxa de ocupação caiu 1,9 ponto percentual, atingindo 80%.
Já o número de decolagens recuou 52% no ano passado em relação à 2019.
No mercado doméstico, a demanda apresentou declínio de 48,3%, enquanto a oferta caiu 46,8%. E, a taxa de ocupação ficou em 80,6%, baixa de 2,2 pontos percentuais.
No quarto trimestre, a Gol reportou queda de 42,3% na demanda por voos e 41,9% na oferta. Já a taxa de ocupação caiu 0,4 p.p.
A Gol apresentou queda de 35,3% na demanda e 34,1% na oferta de voos domésticos no quarto trimestre de 2020, na comparação com igual período de 2019.
Indústria de fundos chega à marca histórica de R$ 6 trilhões
A indústria brasileira de fundos fechou 2020 com uma marca histórica. Atingiu R$ 6 trilhões de patrimônio líquido no dia 31 de dezembro, de acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais).
O valor representa 80% do PIB brasileiro, segundo estimativa com base no último dado divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo a Anbima, o bom desempenho mostra a robustez do segmento e a confiança dos investidores, que percebem cada vez mais as vantagens da indústria.
Entre as vantagens está a possibilidade de diversificação, a gestão profissional, o acesso a diferentes tipos de ativos, a oferta com inúmeras estratégias e o baixo tíquete para aplicação.
Os fundos fecharam o ano com mais de 25 milhões de contas ativas.
Em junho 2019, quando atingiram R$ 5 trilhões de patrimônio líquido, eles contavam com 17,5 milhões de contas. Ou seja, os dados mostram a maior entrada de investidores no setor.
A captação líquida (diferença entre as aplicações e os resgates) de 2020 foi de R$ 156,4 bilhões.
Já os multimercados e os fundos de ações impulsionaram esse resultado. Assim, juntos, eles captaram R$ 166,9 bilhões.
A diferença entre a captação total da indústria e destes fundos se deu por conta dos resgates nas demais classes no ano, especialmente a renda fixa.
De acordo com os dados da IIFA (Associação Internacional de Fundos de Investimento), o Brasil ocupa o 11º lugar entre as maiores indústrias de fundos do mundo.
Os R$ 6 trilhões incluem investimentos nos mercados doméstico e offshore (constituídos fora do Brasil, mas com gestão local).
Por fim, a Anbima divulgou que o mercado local responde por 99% do total, enquanto que os fundos offshore representam apenas 1%.
Fundos de investimentos têm alta de 2,41% em de 2020
Análise feita pela Economática mostra que o patrimônio da indústria de fundos de investimentos teve crescimento de 2,41% em dezembro de 2020. No ano passado, a renda fixa teve saída de R$ 20 bilhões.
Enquanto os fundos multimercados captaram R$ 107 bilhões, os fundos de ações somaram R$ 52 bilhões.
Dasa (DASA3) anuncia aquisição da Innova Hospitais Associados
A Diagnósticos da América, Dasa (DASA3), comunicou que sua controlada integral, a Ímpar Serviços Hospitalares, adquiriu 100% das quotas representativas do capital social da Innova Hospitais.
A Innova, com sede na cidade de Diadema (SP), realiza a prestação de serviços médico-hospitalares de média e alta complexidade compreendendo internação, UTI, serviços ambulatoriais, cirúrgicos e de diagnóstico por imagem e laboratório.
Azevedo e Travassos (AZEV4) informa mudança acionária
A Azevedo e Travassos (AZEV4) comunicou que, em decorrência do aumento de capital da Companhia, a acionista Pravda Investimentos passou a deter 2.220 ações ordinárias, equivalente a 0,3% de ações dessa classe.
Além de 841.104 ações preferenciais equivalente a 4,26% ações dessa classe, representando um total de 4,26% do novo capital da Azevedo e Travassos.
Neoenergia (NEOE3) comunica entrada em operação do 3º trecho de Dourados
A Neoenergia (NEOE3) informou que, em 27 de dezembro de 2020, entrou em operação comercial o terceiro dos cinco trechos que compõem a linha de transmissão do lote de Dourados.
O referido trecho tem extensão de 64,5 km de linha e conta com os bays de conexão na SE Nova Porto Primavera e na SE Ivinhema.
Com os três trechos do lote de Dourados que entraram em operação ao longo de 2020, o empreendimento já conta 52% da RAP do projeto e 63% do total das linhas do Lote Entregues ao sistema.
Segundo a Neoenergia , a entrega foi feita com antecipação de 19 meses em relação ao prazo contratual da Aneel.
(Com Marco Antônio Lopes)






