O Diretor de Relações com Investidores (DRI) da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), David Moise Salama, apresentou uma proposta de Termo de Compromisso para encerrar o processo administrativo na CVM, no valor de R$ 1,080 milhão.
No entanto, o colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) rejeitou o acordo, mesmo com parecer favorável do Comitê do Termo de Compromisso.
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O processo é referente a divulgação de informações incompletas e imprecisas sobre a paralisação de atividades Usina Presidente Vargas, localizada em Volta Redonda.
CVM rejeita acordo com Ernst & Young e seu sócio
A CVM não aceito a proposta realizada em conjunto pela Ernst & Young Auditores e seu sócio e responsável técnico Carlos Santos Mota Filho.
Os acusados realizaram uma proposta conjunta de R$ 50 mil.
Conforme o entendimento do CPC, a Ernst & Young Auditores Independentes e Carlos Santos Mota Filho deveriam pagar à CVM, respectivamente, R$ 450.000,00 e R$ 200.000,00.
Eles foram acusados de não respeitar as normas brasileiras de contabilidade para auditoria independente ao realizar os trabalhos de auditoria em relação às demonstrações financeiras de 2014 da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE).
A área técnica da CVM, informou que “o auditor independente não emitiu uma opinião sobre o conjunto completo das demonstrações contábeis no respectivo relatório de auditoria, visto que no documento em comento foi emitida opinião com ressalva sobre o balanço patrimonial e outra opinião adversa sobre as demais demonstrações auditadas”.
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