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Itamaraty cogita resgate de brasileiros no Líbano

Itamaraty cogita resgate de brasileiros no Líbano

Entenda qual é a situação de brasileiros no Líbano e como estão ocorrendo ataques ao país nesta terça-feira (24).

O governo brasileiro condenou “nos mais fortes termos” os sequenciais e contínuos ataques de Israel contra áreas civis em Beirute, no Sul do Líbano. A recomendação, para quem mora, é de que os brasileiros no Líbano deixem a área.

Através de uma nota, o Itamaraty lamenta as declarações de autoridades israelenses em favor de operações militares, que já causaram mais de 500 mortes e da ocupação de parte do território libanês.

De acordo com órgão, a embaixada do Brasil, em Beirute, presta assistência e orientações para a comunidade brasileira, em contato constante. Um levantamento deve ser iniciado para saber quem vive no Líbano e quer sair de lá.

Além disso, o Itamaraty dispõe por meio do WhatsApp um plantão consular. Para quem mora no exterior, basta adicionar o código do país, no caso do Brasil, o 55, mais o DDD 61, de Brasília, e o número de telefone 98260-0610: +55 61 98260-0610.

Líbano hoje: 24 de setembro

As Forças Armadas de Israel e o Hezbollah, movimento xiita, voltaram a trocar bombardeios na manhã desta terça-feira (24), um dia após o Líbano ter vivenciado o dia mais violento desde o fim da Guerra Civil Libanesa, em 1990.

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Segundo o Ministério da Saúde libanês, o número de mortos desde o início dos confrontos subiu para 558, incluindo 50 crianças e 94 mulheres, além de 1.835 feridos.

A nova série de bombardeios israelenses traz diversas consequências práticas para o cotidiano no Líbano, apesar de o país não ter declarado guerra a Israel.

De acordo com informações do O Globo, companhias aéreas como Air France, Qatar Airways, Emirates e Lufthansa suspenderam voos de chegada e partida no Aeroporto Internacional Rafic Hariri, em Beirute, devido a questões de segurança, em meio à intensa movimentação no espaço aéreo.

Além disso, milhares de pessoas abandonaram suas casas, buscando refúgio em escolas e centros emergenciais organizados pelo governo, após o ultimato israelense para que deixassem áreas com presença do Hezbollah.

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