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Vale reafirma intenção de otimizar contratos da EFC e EFVM

Vale reafirma intenção de otimizar contratos da EFC e EFVM

Negociações dos contratos de concessão da EFC e EFVM seguem em andamento com Ministério dos Transportes, ANTT e Infra

A Vale (VALE3) divulgou nesta quarta-feira (24) um comunicado esclarecendo três temas que ganharam destaque na imprensa brasileira: as negociações de otimização dos contratos de concessão ferroviária da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), a avaliação de investimento na Bahia Mineração e o programa de parcerias com mini-minas.

A companhia reiterou seu compromisso com a transparência e as melhores práticas de governança.

As negociações relativas à otimização dos Contratos de Concessão da EFC e da EFVM continuam em andamento junto ao Ministério dos Transportes, à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e à Infra S.A.

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A Vale reafirma seu compromisso com as diretrizes estabelecidas no acordo celebrado em 30 de dezembro de 2024, notadamente quanto à base de ativos e às obras de infraestrutura.

A companhia destaca que se encontra adimplente e continuará cumprindo integralmente todas as obrigações previstas nos contratos.

A conclusão da otimização, quando aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), deverá conferir maior previsibilidade, segurança jurídica e definitividade às obrigações e aos investimentos associados às duas concessões ferroviárias, contribuindo para a eficiência operacional de longo prazo e a perenidade do sistema logístico integrado da Vale.

Investimento na Bahia Mineração

Em relação à Bahia Mineração (Bamin), a Vale esclarece que avaliou a oportunidade de investimento, mas não aprovou qualquer alocação de capital relacionada à empresa. A decisão seguiu o rigoroso processo de avaliação técnica, econômica e financeira adotado pela companhia para análise de oportunidades no curso regular de suas atividades.

Programa Mini-Minas

A Vale também esclareceu o funcionamento do seu programa de parcerias com mineradoras de menor porte, conhecido como “mini-minas”.

Por meio dessas parcerias, a companhia adquire produtos destinados à venda final ou à concentração e blendagem para composição de mix de produtos, trazendo maior flexibilidade ao portfólio e maior eficiência em custos, com melhor utilização de sua capacidade logística.

A companhia reforça que todas as decisões relacionadas a essas parcerias são tomadas de forma técnica, após avaliação por comitê multidisciplinar, e em conformidade com o Código de Conduta da Vale e as melhores práticas de governança global.