A Vivo Telefônica (VIVT3) aprovou o pagamento de R$ 230 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração nesta segunda-feira (15) e tem como base o balanço de 31 de maio.
O valor bruto é de R$ 0,07197382114 por ação, que cai para R$ 0,05937840244 já descontado o imposto de renda de 17,5% na fonte, o que resulta em um montante líquido de R$ 189,75 milhões.
Terão direito ao provento os investidores posicionados na ação até o fim do pregão de 26 de junho. No dia seguinte, os papéis passam a ser negociados ex-juros, sem direito ao pagamento, e a cotação tende a se ajustar pelo valor distribuído. O crédito será feito até 30 de abril de 2027, em data ainda a ser definida pela diretoria.
O JCP será imputado ao dividendo obrigatório do exercício de 2026, funcionando como antecipação da remuneração ao acionista, e ainda depende de aprovação na assembleia geral prevista para 2027.
A companhia ressalvou que o valor por ação pode ser recalculado caso haja recompra de ações dentro do programa em vigor até a data de corte.
Acionistas com regime diferenciado de tributação têm até 3 de julho para comprovar a condição junto ao Bradesco, instituição depositária dos papéis.
A distribuição destaca o perfil da Vivo Telefônica como pagadora recorrente de proventos. Ao longo de 2026, a companhia já havia aprovado outras parcelas de JCP, incluindo R$ 600 milhões em maio e R$ 365 milhões em abril, todas imputadas ao dividendo do ano.
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