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Motiva caminha em direção a temas estratégicos, com crescimento orgânico

Motiva caminha em direção a temas estratégicos, com crescimento orgânico

O banco BTG Pactual (BPAC11) analisou que 2025, foi um ano de transformação, focando em negócios centrais de rodovias e mobilidade urbana

A Motiva (MOTV3) apresentou seus dados referentes ao quarto trimestre de 2025 e relatório do Bradesco BBI avaliou que os números mostraram que a companhia segue avançando em temas estratégicos — como reequilíbrios contratuais, novos projetos e melhoria operacional nas concessões recém-recebidas.

“Mantemos, assim, uma leitura positiva sobre a capacidade de a empresa entregar crescimento orgânico consistente, sustentando a recomendação de compra e o preço-alvo de R$ 21 para o fim de 2026”, diz o documento.

Por sua vez, o banco BTG Pactual (BPAC11) analisou que 2025, foi um ano de transformação, focando em negócios centrais de rodovias e mobilidade urbana. Paralelamente a esse realinhamento de portfólio, a empresa de concessões de transporte segue firmemente comprometida com sua agenda de eficiência, com ênfase contínua na otimização de custos, segundo o BTG.

Motiva (MOTV3): resultados sólidos no quarto trimestre, diz BTG

Para o banco de investimentos, os resultados da Motiva no quarto trimestre foram sólidos de forma geral e amplamente em linha com as estimativas. Vale destacar que a transação envolvendo os aeroportos gerou efeitos contábeis relevantes no período, com todos os itens da demonstração de resultados e do balanço relacionados ao segmento de aeroportos reclassificados como operações descontinuadas, apresentados como “Resultado de Operações Descontinuadas” na DRE e como “Ativos e Passivos Mantidos para Venda” no balanço.

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No último trimestre de 2025, a companhia informou lucro líquido ajustado de R$ 606 milhões ante R$ 360 milhões do mesmo período do ano anterior, tendo uma alta de 68,3%. No acumulado de 2025, o lucro da companhia foi de R$ 2,225 bilhões contra R$ 1,780 bilhão do acumulado de 2024, tendo uma elevação de 25%.

Já a receita líquida ajustada consolidada do período foi de R$ 4,047 bilhões frente a R$ 3,790 bilhões do último trimestre de 2024. Resultando em uma elevação de 6,8%.

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