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Ibovespa hoje despenca com pressão política e quedas de bancos

Ibovespa hoje despenca com pressão política e quedas de bancos

Durante o pregão, o principal índice da bolsa brasileira oscilou entre a mínima de 182.867 pontos e a máxima de 187.779 pontos

O Ibovespa hoje (7) fechou em forte queda de 2,38%, aos 183.218 pontos, pressionado principalmente pelas ações de bancos e pelo aumento da cautela no cenário político doméstico após a operação da Polícia Federal envolvendo o senador Ciro Nogueira no âmbito do Caso Master.

Durante o pregão, o principal índice da bolsa brasileira oscilou entre a mínima de 182.867 pontos e a máxima de 187.779 pontos. O volume financeiro somou cerca de R$ 31,7 bilhões, acima da média registrada nas últimas sessões.

As chamadas blue chips encerraram o dia em queda generalizada, ampliando o movimento de realização de lucros e aversão ao risco no mercado brasileiro. O setor financeiro liderou as perdas, contribuindo de forma significativa para o recuo do índice.

Ainda na agenda política, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou hoje com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O presidente norte-americano descreveu o encontro como “muito produtivo” e chamou Lula de “muito dinâmico” em publicação nas redes sociais, anunciando que novas reuniões técnicas foram agendadas para os próximos meses.

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Cenário externo

No exterior, o desempenho negativo das bolsas norte-americanas também influenciou o humor dos investidores. Em Nova York, os principais índices acionários fecharam em baixa após renovarem máximas históricas intradiárias ao longo da sessão.

O Dow Jones caiu 0,63%, aos 49.596,97 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 0,13%, encerrando aos 25.806,20 pontos. Já o S&P 500 perdeu 0,38%, fechando aos 7.337,11 pontos.

As bolsas em Wall Street foram pressionadas pela recuperação dos preços do petróleo, após perdas recentes, e pela cautela dos investidores diante da expectativa por novos desdobramentos nas relações entre Estados Unidos e Irã.

Além disso, ações de tecnologia e semicondutores, como Amazon, Broadcom e Micron Technology, figuraram entre os destaques negativos do dia, limitando o apetite por risco nos mercados globais.