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Ambev ainda pode ter água no chopp no quarto trimestre; veja o porquê

Ambev ainda pode ter água no chopp no quarto trimestre; veja o porquê

O quarto trimestre de 2025 ainda pode trazer água no chopp da Ambev (ABEV3) e, além disso, o ano de 2026 promete trazer mais dificuldades, apesar de ser um ano de Copa do Mundo

O quarto trimestre de 2025 ainda pode trazer água no chopp da Ambev (ABEV3) e, além disso, o ano de 2026 promete trazer mais dificuldades, apesar de ser um ano de Copa do Mundo, com um possível aumento no consumo de bebidas.

Em relatório, a Ágora avalia que o 4TRI25 deve apresentar desempenho considerado fraco, mas sem surpresas. A casa de análise projeta receita líquida de R$ 24,6 bilhões (queda de 9% em base anual), volume -3% no período, EBITDA de R$ 8,5 bilhões (também com redução de 9%) com margem de 34,4% (estável) e lucro líquido de R$ 4,3 bilhões – queda de 9%, também em base anual).

“A divisão de cerveja no Brasil continua sendo o principal fator de oscilação, com volume projetado em queda de 3% em base anual e custos unitários acelerando novamente, mantendo as margens sob pressão. O mercado internacional, por sua vez, deve permanecer estável, com volumes mais fracos na América Latina, América Central, Caribe e Canadá, mas com as margens se mantendo”, diz trecho do relatório.

Ambev (ABEV3): mais riscos após ponto de inflexão em 2025

Além disso, a Ágora prevê que 2026 seja um ano de riscos mais elevados, após o ponto de inflexão observado em 2025, embora tenha um cenário mais favorável, graças à realização da Copa do Mundo no meio do ano. Porém, incertezas rondam a concretização das expectativas de preços e volumes.

“Nossa atualização do modelo nos mantém cautelosos. Nosso lucro líquido estimado de R$ 14,8 bilhões para 2026 está 7% abaixo do consenso e implica um múltiplo P/L de 14,8x”, diz trecho do relatório da Ágora.

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Para a casa de análise, isso representa um desconto menor de 7% em relação à ABI (contra cerca de 20% nos últimos três anos) e um prêmio de 16% em relação às cervejarias globais. Por isso, foi mantida a recomendação Neutra e o preço-alvo em R$ 13, de acordo com o documento assinado pelos analistas Henrique Brustolin e J. Ricardo Rosalen.

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