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Petrobras (PETR3; PETR4): BTG (BPAC11) mantém neutralidade após eleições

Petrobras (PETR3; PETR4): BTG (BPAC11) mantém neutralidade após eleições

O banco BTG Pactual (BPAC11) mantém recomendação neutra para as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) após o primeiro turno das eleições presidenciais. O banco de investimentos diz que a potencial continuidade da estratégia atual deve ser bem recebida. Segundo o banco, grande parte do forte desempenho da Petrobras nos últimos 12 meses em comparação com […]

O banco BTG Pactual (BPAC11) mantém recomendação neutra para as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) após o primeiro turno das eleições presidenciais. O banco de investimentos diz que a potencial continuidade da estratégia atual deve ser bem recebida.

Segundo o banco, grande parte do forte desempenho da Petrobras nos últimos 12 meses em comparação com outras empresas do setor e outras histórias de commodities reflete a abordagem racional da empresa para alocação de capital (com foco no pré-sal), que apoiou a distribuição massiva de dividendos em meio a um cenário macro em que o retorno de caixa está sendo muito valorizado.

Obviamente, caso haja redução da incerteza em torno de seu plano de negócios futuro e a visibilidade do pagamento de dividendos aumente, a ação continuará desempenhando muito bem, na avaliação BTG.

“Há muito argumentamos que a capacidade de perpetuar os dividendos e a conclusão das vendas em andamento das principais refinarias poderia significar uma redução do desconto de múltiplos (ou mesmo nenhum) entre a Petrobras e os pares globais. Atualmente, a ação é negociada a 2,3x EV/EBITDA 2023, 30% abaixo da média de seus pares globais”, diz parte do relatório.

Petrobras (PETR3; PETR4): possibilidades de alocação de capital

Com as eleições indo para o segundo turno, o BTG diz que o resultado agora parece estar em aberto. Para uma empresa como a Petrobras, isso significa uma gama de possibilidades de alocação de capital à frente (e política de preços em menor grau), embora a probabilidade de preservação do status quo tenha aumentado ligeiramente.

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“Tendemos a acreditar que um resultado apertado reduz, sem dúvida, as chances de uma mudança significativa nas macropolíticas brasileiras, o que poderia levar a argumentar que teria efeitos colaterais positivos sobre a Petrobras”, diz o relatório.

No entanto, a percepção do BTG é que as políticas relacionadas às estatais (ou seja, micropolíticas) são um pouco menos dependentes de macropolíticas e até mesmo do apoio do Congresso e mais impulsionadas pelos projetos políticos presidenciais. Em última análise, acredita que o valor da Petrobras permanece muito binário.

Alta volatilidade à vista

A principal razão pela qual o banco continuamos a defender uma postura mais cautelosa sobre a tese é que a ação provavelmente terá desempenhos muito distintos dependendo do resultado da eleição.

Em outras palavras, o potencial tanto para cima quanto para baixo significativo leva o BTG a acreditar que o índice Sharpe “implícito” (retorno ajustado ao risco) do Petrobras não é atraente neste momento, principalmente porque acreditamos que o resultado final poderia facilmente eliminar qualquer melhora na percepção de risco do resultado do primeiro turno.

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