O dólar hoje (22) fechou em alta de 1,96%, cotado a 5,5899 reais. Em agosto, no entanto, a divisa ainda acumula baixa de 1,17%.
A moeda subiu quase 2% nesta quinta-feira, aproximando-se novamente dos R$ 5,60. O movimento foi impulsionado pela valorização consistente da moeda norte-americana no exterior e pelo tom firme do diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, em mais um discurso contra a inflação.
O dólar iniciou o dia com forte alta frente ao real, acompanhando o avanço dos yields dos títulos dos EUA e a valorização do dólar em relação a outras moedas globais, impulsionada por novos dados econômicos dos Estados Unidos.
O Departamento de Trabalho dos EUA divulgou que o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentou para 232 mil na semana encerrada em 17 de agosto, frente aos 228 mil pedidos revisados para cima na semana anterior.
O resultado reforçou a percepção de que o mercado de trabalho nos EUA está esfriando, levando operadores a aumentarem as apostas em um corte de 25 pontos-base na taxa de juros pelo Federal Reserve na reunião de setembro, em vez dos 50 pontos-base que haviam sido precificados anteriormente.
No Brasil, o dólar ganhou ainda mais força à tarde, impulsionado pelo discurso de Galípolo em um evento em São Paulo. O diretor destacou que suas declarações recentes não colocam o Banco Central em uma posição de “impasse” sobre a decisão em relação à Selic em setembro, mas reiterou que a autarquia está preparada para elevar a taxa básica, se necessário.
Abertura dólar hoje
O dólar hoje abriu o dia em alta, com os investidores mantendo o foco nas questões relacionadas aos juros globalmente.
Neste pregão, o mercado reage à ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e aguarda o discurso de Jerome Powell, presidente da instituição, no Simpósio de Jackson Hole.
A ata do Fed indicou que as autoridades do banco central devem começar o ciclo de corte das taxas de juros dos EUA já em setembro. Atualmente, os juros estão entre 5,25% e 5,50% ao ano, e a principal incerteza no mercado agora é sobre a magnitude desses cortes.

A ata do Fed indicou que as autoridades do banco central devem começar o ciclo de corte das taxas de juros dos EUA já em setembro. Atualmente, os juros estão entre 5,25% e 5,50% ao ano, e a principal incerteza no mercado agora é sobre a magnitude desses cortes.
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