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Petrobras (PETR4) inicia projeto de monitoramento sísmico do campo de Sapinhoá

Petrobras (PETR4) inicia projeto de monitoramento sísmico do campo de Sapinhoá

A Petrobras (PETR4) informou que iniciará em 13 de junho a primeira das duas aquisições sísmicas do campo de Sapinhoá, a 310 km da costa do RJ.

A Petrobras (PETR4) informou que iniciará em 13 de junho a primeira das duas aquisições sísmicas do projeto de monitoramento do campo de Sapinhoá, a 310 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de 2153 m, no pré-sal da Bacia de Santos. A aquisição sísmica é uma ferramenta importante de gerenciamento da jazida (os reservatórios) e de otimização dos sistemas de produção, buscando maximizar o valor dos ativos por meio do aumento do fator de recuperação das jazidas.

Segundo a estatal, o contrato firmado com a empresa Seabed Geosolutions do Brasil contempla a aquisição e processamento geofísico 3D e 4D, com investimentos totais de cerca de US$ 118 milhões.

A sísmica base (3D), com 575 km² de área, está sendo iniciada este mês, e a aquisição sísmica monitora (4D), com 478 km² de área, é prevista para início em 2024.

Solução tecnológica

Os novos levantamentos utilizarão uma solução tecnológica denominada Ocean Bottom Nodes(OBN), que permite uma abrangente coleta de informações da jazida a partir de sensores instalados no leito oceânico para obter melhor resposta sísmica em áreas geologicamente complexas como as do pré-sal.

O levantamento de dados geofísicos 3D em diferentes momentos, ou a aquisição 4D, permite aos geocientistas e engenheiros de reservatório acompanhar o deslocamento dos fluidos, observar a variação de saturação de óleo e água e identificar efeitos da interação da rocha com fluido e o comportamento geomecânico dos reservatórios. Isso contribui para o melhor gerenciamento da recuperação de óleo da jazida e desenvolvimento da produção.

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A Petrobras é a operadora da concessão onde está localizado o campo de Sapinhoá, com 45% de participação, em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. (30%) e Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%).

Petrobras (PETR4) informa sobre oferta de títulos globais e recompra

Petrobras comenta venda da RLAM

A Petrobras comunicou que a Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a transação de venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM) para o Mubadala Capital.

A transação ainda está sujeita ao transcurso do prazo de 15 dias imposto pela Lei 12.529/11e ao cumprimento de demais condições precedentes previstas no contrato de compra e venda de ações.

“A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes serão divulgadas ao mercado de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da companhia”, escreve a empresa em comunicado.