Um novo vírus mortal se espalha pela China e Coreia, Guedes sedutor em Davos, Trump e a China, o processo de impeachment no Senado dos EUA e tudo o que você precisa saber essa quarta.
Do Oriente, uma nova Síndrome Respiratória Aguda Grave, ou SARS, que infectou mais de 8 mil pessoas e matou cerca de 900 em 2003 estaria novamente se espalhando pela China e Coreia.
Dessa forma, as bolsas asiáticas operaram negativas nessa terça-feira e os mercados globais permanecem receosos.
Guedes estreou no Fórum Econômico Mundial, em Davos, e está buscando seduzir investidores externos.
Concomitantemente, Trump fala amanhã no Fórum Mundial e deve sinalizar próximos passos do Acordo com a China.
Highlights dia (22/01):
- 10:00 – Vendas de Casas Usadas (Dez) – EUA
- 10:00 – Decisão da Taxa de Juros – Canadá
Ameaça invisível
O receio global de uma nova epidemia global de coronavírus jogou os mercados para baixo mundialmente.
Os setores mais afetados foram as ações relacionadas a exportação e viagens.
Ao mesmo tempo, um caso de contaminação foi registrado em Seattle nos EUA aumentando a precaução global.
A Organização Mundial de Saúde deve se reunir amanhã para discutir se classifica o caso de uma emergência de saúde global.
Com o Ano Novo Chinês se aproximando, o risco de disseminação do vírus é eminente e preocupa as autoridades.
BBB Davos
O Fórum Mundial de Davos deve atrair os holofotes do mercado com falas de Guedes e Trump.
No cenário local, o ministro Paulo Guedes deve ressaltar as agendas de reforma a fim de angariar investidores externos para o Brasil.
Por outro lado, o presidente americano, Donald Trump, deve causar receio no mercado após posicionamento da China de menor disposição a discutir a fase 2 do acordo comercial.
Nesse ínterim, o Senado americano, de maioria Republicana, iniciou nessa terça as discussões sobre o impeachment de Trump.
Dólar, Vale e Juros
No mercado futuro de câmbio, a moeda americana fechou a R$ 4,215, maior cotação desde 4 de dezembro.
Ademais, a Vale fechou o pregão de terça com queda de 2,23% após denuncia de ex-presidente, Fabio Schvartsman, puxando o índice para baixo.
E, de antemão, os contratos futuros de DI recuaram sinalizando possível corte ou cortes esse ano para a Selic.







