A Oi (OIBR4) divulgou seu plano estratégico para o triênio 2022-2024, com foco na transformação na Nova Oi, já homologadas as propostas vencedoras nos processos de alienação de UPIs. Considera ainda o plano de recuperação judicial da empresa.
As casas conectadas com fibra ótica da Oi devem chegar a aproximadamente 8 milhões até 2024, com aumento de cerca de 31%.
A receita média por casa conectada deve ser de R$ 94 ao mês, aumento de 11%.
A receita líquida da Nova Oi deve ficar entre R$ 14,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões. A dívida líquida deve ser de 6,6 vezes em 2024.

Oi (OIBR4): venda da InfraCo rende R$ 12,9 bilhões
No início do mês, a companhia telefônica vendeu a sua subsidiária da fibra ótica, a InfraCo, por R$ 12,9 bilhões. O Banco BTG (BPAC11) e a Globenet arremataram em conjunto 57,9% da subsidiária.
A participação na empresa foi vendida por R$ 12,9 bilhões. Serão desembolsados R$ 9,786 bilhões para aquisição de ações da InfraCo e capitalização de R$ 3,137 bilhões na unidade de negócios em um prazo de até 90 dias.
O certame foi o último grande leilão de ativos da Oi (OIBR3), que já se desfez de torres, data centers e rede móvel, movimentando quase R$ 20 bilhões, conforme o plano de recuperação judicial aprovado pelos credores.
Os recursos levantados estão sendo destinados para o pagamento de dívidas e sustentar investimento no que restou das operações.
Ainda resta a rede de TV por assinatura, mas esse é um negócio de apenas R$ 20 milhões, bem menor em relação aos anteriores.
Prejuízo menor no primeiro trimestre
A empresa de telefonia reportou prejuízo de R$ 3,5 bilhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21). Isso representa uma queda de 44,2% na comparação com o mesmo período de 2020, com prejuízo de R$ 6,28 bilhões.
A companhia informou que seus investimentos (Capex) consolidado, levando em conta as operações internacionais, chegaram a R$ 1,83 bilhões.
O valor representa uma alta de 3,9% no comparativo anual e de 7,3% em relação ao 4TRI20.






