O Ibovespa fechou com alta de 13,91% na sessão desta sexta-feira (13), aos 82.677 pontos, recuperando parte das perdas acumuladas na véspera, quando a bolsa brasileira teve queda de 14,78%, em pregão marcado por um duplo acionamento do circuit breaker.
O volume financeiro superou os R$ 42 bilhões.
Mesmo assim, nesta semana, o Ibovespa acumulou perda de 15,63%. Já no mês, as perdas somam 20,63% e, no ano, recua 28,51%.
A bolsa brasileira acompanhou a valorização dos índices de Nova York, após o presidente americano Donald Trump declarar emergência nacional.
Dessa forma, serão liberados US$ 50 bilhões no combate ao coronavírus.
Nova York
Em Nova York, as bolsas encerraram nas máximas, embalados pelo discurso. O Dow Jones fechou com alta de 9,36%, o S&P avançou 9,29% e a Nasdaq valorizou-se 9,34%.
Dessa forma, as ações em Wall Street dispararam, se recuperando das fortes perdas sofridas na véspera – no pior pregão desde a “segunda-feira negra” de 1987.
Ações
Entre as ações com maior volume financeiro, se destacaram os papeis Petrobras (PETR3), com alta de 22,22%; da Via Varejo (VVAR3), +14,24%; do Itaú Unibanco (ITUB4), +11,06%; da Vale (VALE3), +21,36%; e do Bradesco (BBDC4), +16,87%.
Em termos porcentuais, a maior expansão foi do BTG Pactual (BPCA11), +27,89%; B2W (BTOW3), +25,63%; Marfrig (MRFG3), + 25,34%; e CCR (CCRO3), +22,58%.
A única empresa no Ibovespa que registrou queda no pregão foi com a Yduqs (YDUQ3). A empresa divulgou uma queda de 25,9% no lucro líquido ajustado no quarto trimestre, que somou R$ 134,0 milhões.
Dólar
Já o dólar fechou a sexta-feira com alta de 0,57%, cotado a R$ 4,8163. A moeda americana vinha em queda em relação ao real, mas acabou virando para alta no meio do pregão.