Uma mudança estrutural está sendo moldada no mercado de investimentos brasileiro. Em breve, as corretoras serão maiores que os grandes bancos na custódia de recursos de pessoas físicas, nos segmentos que hoje são o coração dos seus negócios: varejo tradicional, alta renda e private banking, conforme informou o Valor.
A disputa é por um mercado de R$ 3,4 trilhões em ativos financeiros de investidores individuais e grupos familiares.
Conforme projeção feita pela consultoria AAWZ, em 2022 as cinco maiores plataformas de investimentos do país – XP, BTG, Genial, Guide, Easynvet e Modalmais – terão 46,1% do mercado e os grandes bancos (Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Caixa e Santander), 40,8%.
Diminui o custo de carregamento das reservas
De 2016 até 2020, a diferença entre a taxa de juros brasileira e a americana passou de cerca de 14 pontos percentuais para 2 pontos, de acordo com reportagem do Valor.
Assim, o custo de carregamento da reservas internacionais caiu de R$ 183 bilhões em 2015 para R$ 72 bilhões de janeiro a novembro deste ano, conforme dados do Banco Central levantados pela consultoria Tendências.
Criptomoeda poderá ser usado para constituir capital de empresas
De acordo com reportagem do Valor, as juntas comerciais estão autorizadas a aceitar criptoativos, como os bitcoins, para a integralização do capital social de empresas. A apresentação de ativos, como dinheiro, veículos, ações ou outros bens, é necessária para a abertura e registro de qualquer empreendimento no país.
União injetou R$ 182 bilhões em estatais nos últimos 10 anos
A União gastou R$ 182 bilhões em aportes de capital nas estatais ou em subvenções do Tesouro Nacional nas estatais dependentes, conforme levantamento da Secretaria Especial de Desestatização do Ministério da Economia.
Segundo o Valor, a apuração leva em conta os desembolsos realizados durante o período de 2011 a 2020.
BDMG lança primeiro titulo sustentável no exterior
O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) realizará a primeira emissão de bônus de sustentabilidade, com DNA ambiental e social nos próximos dias.
“Esperamos que, muito em breve, esse tipo de operação em escala se torne uma realidade e o mercado cresça”, diz Suchodolski, presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento e do BDMG.
Avanço das reformas deve ditar ritmo do dólar
Fatores externos e locais levaram câmbio para R$ 5, mas para economistas ouvidos pelo Estadão o comportamento do dólar dependerá do manejo da economia no pós-covid e do ajuste fiscal.
Fim de benefício reduz renda e consumo
A massa salarial dos brasileiros – que inclui os benefícios do trabalho e os benefícios sociais da Previdência – pode retrair 5,3% em 2021 em relação à 2020, conforme reportagem do jornal O Globo.
Isso se deve principalmente da retirada do auxílio emergencial e outros benefícios financeiros adotados pelo governo durante a pandemia. Na outra ponta, a redução da renda deve se traduzir em queda no consumo, impactando o comércio.
Adesão ao Pix pelo pequeno empresário ainda é tímida
Apesar o Pix estar funcionando desde a metade do mês passado, são poucas as pequenas e médias empresas que já estão aceitando o novo modelo de pagamento.
“Ainda existe muita dúvida em relação às taxas e tarifas que cobradas no Pix”, afirmou o gerente executivo da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas), Daniel Sakamoto. A notícia é da Folha de S. Paulo.
Dos cinco maiores bancos, somente Bradesco e Itaú informaram qual será o custo do Pix para contas de pessoas jurídicas.. Entre as seis maiores adquirentes, apenas duas já anunciaram o custo da cobrança por Pix por meio da maquininha.
Pequenas indústrias relatam falta de insumose preços a ltos
Os impactos derivados da pandemia de Covid-19 ainda fazem com que 77% das micro e pequenas indústrias de São Paulo sofram com falta de matéria-prima, 70% recebam insumos com atraso e 91% com preços mais altos, de acordo com pesquisa encomendada pelo Simpi- SP, sindicato da categoria, realizado pelo Datafolha no fim de novembro.
Segundo a sondagem, 41% dos pequenos industriais viram clientes falindo ou entrando em recuperação judicial nos últimos meses. As informações são da Folha de S. Paulo.
Maioria dos jovens trabalham em situação vulnerável no País
Mais de dois terços dos jovens (77,4%) têm emprego considerado precário no Brasil. Ou seja, de cada dez trabalhadores com até 24 anos de idade, quase oito trabalham em situação vulnerável, conforme levantamento da consultoria IDados.
Em termos absolutos, isso significa perto de 7,7 milhões de pessoas. Na faixa etária entre 25 e 64 anos, o porcentual é de 39,6% e, acima de 65 anos, de 27,4%. Com informações do Estadão.
Para avalição se um emprego é de má qualidade ou não, foram analisados quatro aspectos do nível de ocupação no País: salário, estabilidade, rede de proteção (INSS, por exemplo) e condições de trabalho. Em todos esses aspectos, o emprego dos jovens apresenta fragilidades, mas os piores são renda e estabilidade. Para aproximadamente 90%, a renda é inferior a 6 vezes uma cesta básica (varia de R$ 398 a R$ 539) e 75% têm menos de 36 meses de tempo de trabalho.
Popularidade de Bolsonaro se mantém em 37%, diz Datafolha
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mantém sua avaliação no melhor nível, conforme informou a Folha de S. Paulo.
Cerca de 37% dos brasileiros avaliaram o presidente como ótimo ou bom na pesquisa mais recente, mesmo nível da rodada de 29 e 30 de agosto.
Já os que o veem como ruim ou péssimo oscilaram negativamente de 34% para 32%, os que avaliam como regulares são 29% (eram 27%).
Lewandowski dá 48 horas para previsão sobre vacinas
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, ordenou ontem (13) que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o advogado-geral da União, José Levi, anunciem em até 48 horas a previsão de início e término do programa de vacinação contra a covid-19.
Atualização Covid-19
O Brasil teve 279 óbitos confirmados por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 181.402. Os novos casos positivados foram 21.825, de um total de 6.901.952 milhões.
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