A Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio, que entrou em vigor em todo o país, deve contribuir para a queda do preço do etanol nas bombas. Portanto, é o que estima Antônio Eduardo Tonielo Filho, ex-presidente e atual conselheiro diretor do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (CeiseBr).
Contudo, o Diretor de usina em Sertãozinho (SP), Tonielo Filho explica que a produção de etanol deve dobrar até 2030. Tendo em vista que o Renovabio prevê o aumento da participação do biocombustível na matriz energética. Assim, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, consequentemente, os danos ambientais.
“Vai refletir o preço da bomba, porque hoje não temos estabilidade na produção, temos previsibilidade. Não conseguimos só produzir etanol, precisamos produzir açúcar, porque a usina é flexível. Com essa previsão de produção, vamos conseguir produzir mais etanol e ter uma produção mais estável”, afirmou o diretor.
Regulamento
Regulamentado pelo ex-presidente Michel Temer, em março do ano passado, o Renovabio prevê o uso de créditos de descarbonização (Cbios) concedidos a produtoras de biocombustível, com base na energia limpa produzida.
Contudo, esses créditos podem ser vendidos para quem precise de contrapartida pela emissão de carbono de produção.
“Tendo eficiência e créditos CBios, vamos ter um produto mais barato para o consumidor. Isso é o que importa para a gente” disse o usineiro.






