O Citigroup divulgou os resultados do terceiro trimestre e o lucro líquido foi de US$ 3,2 bilhões, ou US$ 1,40 por ação diluída, com receitas de US$ 17,3 bilhões.
No terceiro trimestre de 2019, a receita líquida foi de US$ 4,9 bilhões, ou US$ 2,07 por ação diluída, com receitas de US$ 18,6 bilhões.
Ou seja, as receitas diminuíram 7%, principalmente por conta de receitas mais baixas em Global Consumer Banking (GCB) e Corporate.
O lucro líquido diminuiu 34%, em grande parte pela queda nas receitas, além de mais despesas e crédito mais caro.
Por fim, o lucro por ação de diminuiu 32%, refletindo principalmente o declínio no lucro líquido.

Divulgação / Citigroup
Citigroup “passa bem” pela Covid-19
Michael Corbat, CEO do Citi, declarou que o banco continua “a navegar pelos efeitos da pandemia Covid-19 extremamente bem”.
Ele elenca que “os custos de crédito se estabilizaram; os depósitos continuaram a crescer; e as receitas aumentaram 3% no acumulado do ano”.
Corbat disse que o Citibank está em busca de mais segurança e solidez, além de “uma infraestrutura digital que melhorará nossa capacidade de atender nossos clientes e nos tornar mais competitivos”.
Outros números
As despesas operacionais do Citigroup aumentaram 5%, para US$ 11,0 bilhões no terceiro trimestre de 2020.
O custo de crédito avançou 8%, para US$ 2,3 bilhões, refletindo em grande parte um aumento nas reservas de provisão.
A provisão do grupo para perdas de crédito em empréstimos era de US$ 26,4 bilhões no final do trimestre, ou 4% do total de empréstimos, em comparação com US$ 12,5 bilhões, ou 1,82% do total de empréstimos, no final do período do ano anterior.
O total de ativos não acumulados cresceu 40% em relação ao período do ano anterior, para US$ 5,3 bilhões.
A inadimplência dos empréstimos corporativos aumentaram 94%, para US$ 3,6 bilhões.
Esse é o termômetro do problema de caixa que a maioria das pequenas e médias empresas teve com a crise.






