A viagem do presidente Jair Bolsonaro a Nova Delhi, na Índia, durante os dias 24 e 27 de janeiro, pode estreitar ainda mais a relação entre os dois países e render a assinatura de até 12 acordos comerciais.
O governo brasileiro revelou que, em 2019, o País exportou apenas US$ 2,76 bilhões para a Índia e que, portanto, há potencial enorme de crescimento para a relação, principalmente nas áreas de alimentos e energia.
Potencial
“Há muito potencial a ser explorado”, disse o embaixador Reinaldo José de Almeida Salgado, secretário de Negociações Bilaterais na Ásia, Pacífico e Rússia. “Existe algo a melhorar, e isso é um dos objetivos da visita”, emendou, em entrevista à Agência Brasil.
Entre os acordos que serão assinados estão previstos facilitadores para investimentos e cooperação nas áreas de segurança cibernética, bioenergia e saúde.
“O objetivo [da viagem de Bolsonaro] é ter esse olhar específico para a Ásia, que é de longe a região mais dinâmica do mundo e também uma região que tem 65% da população mundial. Com a Índia, ainda temos muito espaço para melhorar o comércio”, emendou o diplomata.
A comitiva brasileira à Índia terá, além de Jair Bolsonaro, os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Osmar Terra (Cidadania).






