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Bolsa de valores fecha com menos 0,80% e vê agosto terminar negativo em 2,48%

Bolsa de valores fecha com menos 0,80% e vê agosto terminar negativo em 2,48%

A bolsa de valores recuou também nesta terça-feira (31), assim como na sessão anterior. Dessa vez, foram menos 0,80%, indo a 118.781,03 pontos. Assim, agosto é o segundo mês seguido fechando no negativo, com baixa de 2,48% – seguindo o tombo de julho, com menos 3,94%.

Poderia ser pior – e foi durante a tarde, com o Ibovespa chegando a perder 1,53%,. Mas a peça orçamentária enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional mostrou que não há calote, por ora, dos precatórios, nem aumento no Bolsa Família (ou Auxílio Brasil). Tudo como o mercado gosta: dentro do Teto de Gastos.

Já em Nova York, os principais índices ficaram insossamente no negativo, em torno da estabilidade. Dados internacionais preocupam, como a inflação explodindo na zona do euro, o PMI da China e a queda da confiança do consumidor nos Estados Unidos.

Já por cá, números do emprego no Brasil melhoraram. Pouco, mas melhoraram, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada hoje. A redução da taxa de desemprego do país veio para 14,1% no trimestre finalizado em junho, ante 14,7% do trimestre anterior.

Mas eis que veio uma notícia realmente ruim, embora bastante previsível, diante dos alertas de epidemiologistas e sanitaristas: São Paulo anunciou a primeira morte decorrente da variante delta da Covid-19. O maior estado da Federação há muito largou qualquer medida restritiva de circulação de pessoas, deixando a ciência em segundo plano.

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Alguém pode comemorar que o mês de agosto, o tal “mês do cachorro louco”, terminou. Mas setembro promete também fortes emoções, que todos esperam ser positivas.

Dessa forma, o Ibovespa apresentou na mínima 117.910,97 pontos (-1,53%); e na máxima, 120.156,94 pontos (+0,35%).

O volume financeiro negociado foi de R$ 38,600 bilhões.

Confira a evolução do Ibovespa na semana, em cada fechamento de sessão:

  • segunda-feira (30): -0,78% (119.739,96 pontos)
  • terça-feira (31): -0,80% (118.781,03 pontos)
  • semana: -1,57%
  • janeiro: -3,32%
  • fevereiro: -4,37%
  • março: +6,00%
  • abril: +1,94%
  • maio: +6,16%
  • junho: +0,46%
  • julho: -3,94%
  • agosto: -2,48%
  • 2021: -0,20%

Juros

  • D1F22: +0,02 p.p. para 6,75%
  • D1F23: +0,09 p.p. para 8,49%
  • D1F24: +0,14 p.p. para 9,20%
  • D1F25: +0,16 p.p. para 9,54%
  • D1F26: +0,19 p.p. para 9,73%
  • D1F27: +0,15 p.p. para 9,92%
  • D1F28: +0,20 p.p. para 10,07%
  • D1F29: +0,16 p.p. para 10,20%
  • D1F30: +0,18 p.p. para 10,35%
  • D1F31: +0,20 p.p. para 10,29%

Dólar

O dólar segue em queda. A moeda norte-americana perdeu 0,34% e passou a valer R$ 5,1719.

  • segunda-feira (30): -0,12% a R$ 5,1893
  • terça-feira (31): -0,34% a R$ 5,1719
  • semana: -0,54%
  • agosto: -0,84%

Euro

  • segunda-feira (30): -0,34% a R$ 6,1145
  • terça-feira (31): -0,18% a R$ 6,1038
  • semana: -0,51%
  • agosto: -1,33%

Criptomoedas*

  • Bitcoin: -1,09% a R$ 243.133,32
  • Ethereum: +3,86% a R$ 17.526,60
  • Tether: +1,86% a R$ 5,15
  • Cardano: -0,02% a R$ 14,29
  • Binance: -1,12% a R$ 23401,09

*(variação nas últimas 24h – corte: 17h)

Bolsa em Nova York e cenário mundial

Os índices em Nova York ficaram todos apontados para baixo, mas bem próximos da estabilidade. É natural, pode-se dizer, já que os dados vindos de várias partes do mundo não contribuíram.

Por exemplo, a confiança do consumidor norte-americano, medido pelo Conference Board, recuou para uma mínima em seis meses em agosto. Há preocupações em relação a um aumento nos novos casos de Covid-19 e a uma inflação mais alta prejudicando as perspectivas para a economia.

O Conference Board informou hoje que seu índice de confiança do consumidor caiu para 113,8 neste mês. De acordo com os resultados, este é o menor patamar desde fevereiro, ante 125,1 em julho. Economistas consultados pela Reuters previam queda para 124,0.

Mesmo assim, agosto terminou positivo para os principais índices, o que vem acontecendo desde fevereiro.

“Agosto está provando ser um mês não muito diferente de todos os outros meses deste ano, exceto janeiro: as ações ganharam terreno. E o ganho de mais ou menos 3% é, na verdade, apenas média para um mercado que ganhou 20% no ano. Mas a alta das ações no mês passado ocorreu em meio a algumas tendências interessantes que tradicionalmente não oferecem um bom cenário para ativos de risco”, disse Chris Hussey, do Goldman Sachs, em nota reproduzida pela CNBC.

“Acreditamos que ainda estamos no início do ciclo e que o forte crescimento econômico e de lucros das empresas e as taxas relativamente baixas até 2022 devem apoiar os preços das ações mais elevados e sustentar o mercado em alta”, disseram os estrategistas do Wells Fargo em uma nota também reproduzida pela CNBC.

Já atravessando o Atlântico, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da zona do euro saltou de 2,2% para 3% ao ano em agosto. O resultado, que é o maior em 10 anos, veio acima da projeção de 2,7% e acima da meta do Banco Central, que é de 2%.

Os dados são de estimativa divulgada nesta terça-feira pelo Eurostat, escritório oficial de estatísticas da zona do euro.

Dentre os principais componentes da inflação da região, a energia responde pela taxa anualizada mais elevada em agosto: 15,4%, ante 14,3% em julho.

Em seguida vem bens industriais não-energéticos (2,7%, ante 0,7% em julho), alimentação, álcool e fumo (2,0%, ante 1,6% em julho) e serviços (1,1%, ante 0,9% em julho).

Indo mais ao oriente, da China, vem a confirmação de que o crescimento vem perdendo ritmo. O Índice dos Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) do governo chinês, divulgado pelo China Logistics Information Center, aponta que o PMI industrial caiu de 50,4 pontos em julho para 50,1 em agosto, abaixo da projeção de 50,2.

O PMI de serviços foi de 53,3 para 47,5. E o composto, que une indústria e serviços, foi de 52,4 para 48,9 pontos.

Resultados acima de 50 pontos indicam avanço da atividade, ao passo que, abaixo, indicam retração.

Com tudo isso, agosto ainda pôde ser motivo de comemoração para a maioria dos mercados, com índices positivos acumulados.

Nova York (terça-feira)

  • S&P 500: -0,13%
  • Nasdaq: -0,04%
  • Dow Jones: -0,11%

Nova York (agosto)

  • S&P 500: +2,90%
  • Nasdaq: +3,39%
  • Dow Jones: +1,22%

Europa (terça-feira)

  • Euro Stoxx 50 (Europa): -0,06%
  • DAX (Alemanha): -0,33%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,40%
  • CAC (França): -0,11%
  • IBEX 35 (Espanha): -0,24%
  • FTSE MIB (Itália): -0,06%

Europa (agosto)

  • Euro Stoxx 50 (Europa): +2,62%
  • DAX (Alemanha): +1,87%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +1,24%
  • CAC (França): +1,02%
  • IBEX 35 (Espanha): +1,97%
  • FTSE MIB (Itália): +2,55%

Ásia e Oceania (terça-feira)

  • Shanghai (China): +0,45%
  • SZSE Component (China): -0,66%
  • China A50 (China): -0,49%
  • DJ Shanghai (China): +0,58%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): +1,33%
  • SET (Tailândia): +0,30%
  • Nikkei (Japão): +1,08%
  • ASX 200 (Austrália): +0,41%
  • Kospi (Coreia do Sul): +1,75%

Ásia e Oceania (agosto)

  • Shanghai (China): +4,31%
  • SZSE Component (China): -1,00%
  • China A50 (China): -1,86%
  • DJ Shanghai (China): +4,64%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): -0,32%
  • SET (Tailândia): +7,68%
  • Nikkei (Japão): +2,95%
  • ASX 200 (Austrália): +1,92%
  • Kospi (Coreia do Sul): -0,08%

Brasil: ambiente político e econômico

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou redução da taxa de desemprego do país para 14,1% no trimestre finalizado em junho, ante 14,7% do trimestre anterior. O total de desempregados é de 14,4 milhões.

Esse recuo na taxa foi influenciado pelo aumento no número de pessoas ocupadas (87,8 milhões), que avançou 2,5%, com mais 2,1 milhões no período. Com isso, o nível de ocupação subiu 1,2 ponto percentual para 49,6%, o que indica, contudo, que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

“O crescimento da ocupação ocorreu em várias formas de trabalho. Até então, vínhamos observando aumentos no trabalho por conta própria e no emprego sem carteira assinada, mas pouca movimentação do emprego com carteira. No segundo trimestre, porém, houve um movimento positivo, com crescimento de 618 mil pessoas a mais no contingente de empregados com carteira”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), cresceu 0,3 ponto de julho para agosto, avançando para 119,6 pontos. De acordo com a FGV, o indicador continua com uma distância superior a 4 pontos para média de 115 pontos entre os anos de 2015 e 2019.

Os dois componentes estudados apresentaram caminhos opostos em agosto. O componente de Mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, recuou 0,5 ponto, para 118,4 pontos, o que contribui negativamente em 0,4 ponto.

Já o componente de Expectativas, que mede a dispersão das previsões para os 12 meses seguintes, subiu 3 pontos, para 116,2 pontos, contribuindo 0,7 ponto, para a evolução da margem do indicador agregado.

Por sua vez, o Índice de Confiança Empresarial, da FGV, subiu 0,5 ponto em agosto, para 102,4 pontos, o maior nível desde junho de 2013. Foi a quinta alta consecutiva do índice.

“O resultado sugere que a atividade econômica mantém-se em aceleração no terceiro trimestre, ainda que a desagregação dos dados revele sinais de enfraquecimento da tendência na ponta. As expectativas continuam otimistas, mas pioraram ligeiramente no mês. A combinação de resultados setoriais também parece sugerir uma tendência de acomodação do indicador. Houve recuo da confiança nos setores em que ela girava acima dos 100 pontos e alta nos setores em que a ela estava abaixo deste patamar”, avalia o pesquisador Aloisio Campelo Jr.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

Já assustando em todo o mundo desde julho, a variante delta do coronavírus que causa da Covid-19 se espalhou pelo Rio de Janeiro, o epicentro da pandemia no Brasil, e acaba de fazer a primeira vítima do estado mais poderoso da Federação, São Paulo.

Conforme informado pela Secretaria de Saúde do estado, o óbito é de uma mulher de 74 anos, com comorbidades e que já havia tomado as duas doses da vacina, o que reforça ainda mais a necessidade de se acelerar a terceira dose, chamada de “reforço”. A mulher morava em Piracicaba.

A má notícia veio em um momento em que o governo estadual, liderado por João Dória (PSDB), simplesmente liberou todas as atividades econômicas e de lazer, sem nenhuma restrição de circulação de pessoas, a despeito dos insistentes avisos de epidemiologistas e sanitaristas.

Teme-se que o Brasil veja em setembro uma aceleração dos casos por conta da variante delta, exatamente como está acontecendo nos Estados Unidos, Indonésia, Austrália e Israel, países com cobertura vacinal muito mais ampla do que a brasileira.

No campo político, o adiamento do manifesto da Federação das Indústrias do Estados de São Paulo (Fiesp) desagradou adeptos. De acordo com o Valor Econômico, a postergação deixou parte das entidades que aderiram ao movimento incomodada. Empresários do setor agro condenou eventuais “aventuras”.

Ainda de acordo com o Valor, sem trégua à vista, ânimos se acirram. Aposta é a de que não há diálogo possível até o dia 7. Isto porque o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deverá se empenhar para colocar o máximo de simpatizantes nas ruas em Brasília e em São Paulo.

Segundo o Estadão, agronegócio faz manifesto pela democracia. Empresários e entidades se surpreenderam com a reação do governo. Os agroexportadores atacam “crises intermináveis” envolvendo o governo.

Segundo a Folha de S.Paulo, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) reagiu a fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, e a piora do cenário econômico. O manifesto sobre harmonia entre Poderes, por ora suspenso, expõe atritos entre bancos e o ministro.

Hoje, a Petrobras (PETR3 PETR4) sofreu, após Bolsonaro dizer a apoiadores que vai começar a “trabalhar no preço do combustível”.

A peça orçamentária para 2022, ano das eleições, que o governo federal apresentou ao Congresso, dá pistas dos próximos movimentos do Excutivo. Não há previsão de aumento para o Bolsa Família, programa que seria substituído pelo Auxílio Brasil. Não há espaço no Teto de Gastos.

A previsão é de gastar R$ 34,7 bilhões com o programa, mesmo valor do corrente ano, o suficiente para atender 14,7 milhões de famílias.

O mercado, especificamente, olhou a previsão de gastos de R$ 89,1 bilhões para precatórios, valor que o governo quer negociar e espera decisão, inclusive do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o Ministério da Economia, o Orçamento 2022 será atualizado quando uma solução para os precatórios for encontrada – Luiz Fux, presidente do STF, sugeriu um meio termo: nem calote, nem todo o pagamento, mas só aquilo que foi pago em 2021, com acréscimo da inflação, mesma regra do Teto de Gastos.

Bolsa: ações

Das 84 ações negociadas na bolsa, 21 subiram, 1 ficou estável (ENBR3) e 62 caíram em relação à sessão anterior.

Mais negociadas

  • Rede D’Or (RDOR3): R$ 68,82 (-6,11%)
  • Petrobras (PETR4): R$ 27,19 (-3,92%)
  • Vale (VALE3): R$ 98,68 (-1,37%)
  • Itaú Unibanco (ITUB4): R$ 30,94 (+1,31%)
  • Bradesco (BBDC4): R$ 23,15 (+0,56%)

Maiores altas

  • Braskem (BRKM5): R$ 65,99 (+5,60%)
  • Copel (CPLE6): R$ 6,84 (+4,11%)
  • Hypera (HYPE3): R$ 35,57 (+3,49%)
  • B3 (B3SA3): R$ 14,07 (+2,70%)
  • Cemig (CMIG4): R$ 13,51 (+2,50%)

Maiores baixas

  • CSN (CSNA3): R$ 34,86 (-4,99%)
  • Americanas (AMER3): R$ 41,36 (-4,24%)
  • Petrobras (PETR4): R$ 27,19 (-3,92%)
  • Pão de Açúcar (PCAR3): R$ 28,33 (-3,54%)
  • CVC (CVCB3): R$ 21,29 (-3,53%)

Maiores altas de agosto

  • Embraer (EMBR3): R$ 23,42 (+25,98%)
  • CPFL (CPFE3): R$ 29,04 (+14,69%)
  • Braskem (BRKM5): R$ 65,99 (+14,27%)
  • Cemig (CMIG4): R$ 13,51 (+13,15%)
  • Suzano (SUZB3): R$ 61,00 (+13,06%)

Maiores baixas de agosto

  • CSN (CSNA3): R$ 34,86 (-25,43%)
  • Ultrapar (UGPA3): R$ 14,44 (-18,33%)
  • Via (VIIA3): R$ 10,39 (-17,47%)
  • Qualicorp (QUAL3): R$ 21,37 (-17,01%)
  • Iguatemi (IGTA3): R$ 34,19 (-16,26%)

Outros índices brasileiros

  • IBrX 100: -0,90% (terça-feira) | -3,25% (agosto) (50.920,04 pontos)
  • IBrX 50: -0,94% (terça-feira) | -3,50% (agosto) (19.807,75 pontos)
  • IBrA: -1,07% (terça-feira) | -3,17% (agosto) (4.804,55 pontos)
  • SMLL: -1,30% (terça-feira) | -3,82% (agosto) (2.849,13 pontos)
  • IFIX: +0,32% (terça-feira) | -2,63% (agosto) (2.749,84 pontos)
  • BDRX: -0,64% (terça-feira) | +2,28% (agosto) (13.720,79 pontos)

Commodities

Petróleo Brent (novembro)/barril

  • segunda-feira (30): +0,87% (US$ 73,33)
  • terça-feira (31): -0,83% (US$ 71,63)
  • semana: +0,87%
  • agosto: -4,56%

Petróleo WTI (outubro)/barril

  • segunda-feira (30): +0,49% (US$ 69,08)
  • terça-feira (31): -1,03% (US$ 68,50)
  • semana: -0,54%
  • agosto: -7,37%

Ouro (dezembro)/onça-troy

  • segunda-feira (30): -0,49% (US$ 1.810,55)
  • terça-feira (31): +0,32% (US$ 1.818,00)
  • semana: -0,17%
  • agosto: +0,03%

Prata (dezembro)/onça-troy

  • segunda-feira (30): -0,41% (US$ 24,01)
  • terça-feira (31): -0,12% (US$ 23,98)
  • semana: -0,53%
  • agosto: -6,14%

Com Wisir Research, BDM e CNBC