A B3 (B3SA3) informou nesta sexta-feira (26) que uma nova metodologia de elaboração da carteira teórica de ativos que compõem o Índice de BDRs Não Patrocinados – Global (BDRX) vai entrar em vigor. Ela se inicia a partir do dia 3 de maio. O indicador do desempenho médio das cotações dos BDRs Não Patrocinados autorizados à negociação na B3.
Em setembro, foi introduzido ao benchmark um critério mínimo de 30% de presença nos pregões para inclusão dos ativos. “Buscando acompanhar o desenvolvimento do mercado de BDRs, o parâmetro de inclusão será ampliado para 60%”, diz a B3.
Para serem selecionados para o índice, portanto, os ativos precisam ter presença em pregão maior ou igual a 60% no período de vigência das três carteiras anteriores. Além disso, não devem ser classificados como “Penny Stock”, ou seja, cotados abaixo de R$ 1,00.
Para ser considerado para o benchmark, é preciso que o BDR tenha formador de mercado contratado. Ou seja, tenha um banco que aja como contraparte nas negociações para fornecer liquidez ao ativo.
O tamanho dos BDRs no índice é equivalente ao seu valor de mercado em reais. A exposição máxima individual é limitada a 20%. Os BDRs da Apple, da Microsoft e da Amazon, por exemplo, são os três com maior participação na atual composição do índice, com fatias de 8,5%, 7,3% e 6,4%, respectivamente.
Além disso, devido à listagem recente de BDRs lastreados em cotas de ETFs, a metodologia do índice será ajustada a fim de incluir no BDRX apenas BDRs Não Patrocinados de Valores Mobiliários (ações ou assemelhados e Depositary Receipts).
Conforme a B3, as prévias referentes à carteira de maio de 2021 do BDRX já serão apuradas com base na nova metodologia.






