O Ibovespa opera em alta de 0,32%, aos 112.256 pontos.
Em dia de agenda fraca, destaque para o Índice de Confiança da Indústria, da FGV, que subiu 2,3 pontos em maio, para 99,7 pontos, o maior nível desde dezembro de 2021 (100,1 pontos).

A Aneel define hoje a bandeira tarifária de energia elétrica de junho. E a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu em 15,5% o índice de reajuste para planos de saúde individuais e familiares.
No noticiário, repercute o projeto que limita o ICMS e deve ter resistência no Senado; e a oferta de ações da Eletrobras (ELET3, ELET6).
Em relação à estatal, a companhia submeteu pedido de registro da oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias, que resultará em sua privatização, na CVM e na SEC. A primeira diz respeito ao mercado brasileiro, enquanto a segunda diz respeito ao mercado norte-americano.
Vale destacar que o processo global envolve oferta primária inicialmente de 627.675.340 novas ações e secundária de 69.801.516 ações da União e, além disso, a fatia primária será ainda ofertada no formato de American Depositary Receipts (ADS) para atender os investidores estrangeiros.
Outro ponto de atenção será o preço por ação, que será fixado em 9 de junho, com expectativa de R$ 30 bilhões, sob coordenação líder do BTG Pactual, BofA, Itaú BBA, Goldman Sachs e XP.
Segundo o Estadão, os investidores institucionais que se preparam para ancorar a oferta de ações da Eletrobras (ELET3) têm reservado cheques a partir de R$ 1,5 bilhão.
O fluxo estrangeiro na bolsa brasileira está negativo em maio em R$ 10,47 bilhões. No ano, saldo está positivo em R$ 47,18 bilhões.
Mercados do exterior
As bolsas do exterior apresentam tendência de alta nesta sexta-feira (27), e devem ter o melhor desempenho semanal desde março.
O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos (EUA) caiu 1,5% no 1º trimestre de 2022 em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados vieram piores do que a primeira leitura, que foi de recuo de 1,4%.

PIB EUA 1TRI22. Fonte: BEA
Com isso, cai a expectativa de altas mais agressivas de juros por parte do Federal Reserve, que precisa equilibrar os riscos de inflação e recessão, ou seja, controlar a alta de preços, sem, no entanto, comprometer de forma muito forte o crescimento da economia.
O mercado reage bem ao resultado do PIB e precifica duas altas de 0,5% nas próximas reuniões do Fomc, comitê de política monetária do Fed – assim como sinalizou a ata da última reunião, divulgada na quarta-feira (25).
Hoje saiu o resultado do PCE, medida favorita do Fed para a inflação, que desacelerou para 0,2%, dentro da expectativa.
Na China, o lucro da indústria cai 8,5% em abril na comparação anual, após lockdowns.
O pregão asiático foi favorecido pelos resultados melhores do que o esperado das empresas de tecnologia Alibaba e Baidu.
Mercados de Nova York
- Dow Jones: +1,12%
- S&P: +1,85%
- Nasdaq: +2,70%
Mercados Europa
- DAX, Alemanha: +1,62%
- FTSE, Reino Unido: +0,27%
- CAC, França: +1,64%
- FTSE MIB, Itália: +0,37%
- Stoxx 600: +1,42%
Mercados Ásia
- Nikkei, Japão: +0,66%
- Xangai, China: +0,23%
- HSI, Hong Kong: +2,89%
- ASX 200, Austrália: +1,08%
- Kospi, Coreia: +0,98%
Petróleo
- Brent (dezembro 2021): US$ 119,07 (+1,42%)
- WTI (novembro 2021): US$ 114,95 (+0,70%)
Ouro
- Ouro futuro (dezembro 2021): US$ 1.851,00 (+0,18%)
Minério de ferro
- Bolsa de Dalian: US$ 128,68 (+4,41%)






