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Trump faz reunião de emergência após decisão contra tarifas

Trump faz reunião de emergência após decisão contra tarifas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (2) que realizará uma reunião de emergência na quarta (3) para tratar das tarifas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (2) que realizará uma reunião de emergência na quarta (3) para tratar da decisão de tribunal de apelações que considerou ilegais a maior parte das tarifas impostas por seu governo. A medida judicial, porém, manteve as cobranças em vigor até 14 de outubro, permitindo tempo para que a Casa Branca recorra à Suprema Corte.

Em entrevista concedida por telefone ao comentarista político Scott Jennings — ex-funcionário da Casa Branca de George W. Bush — e transmitida pela rede X, Trump disse que pretende apresentar já nesta quarta-feira um recurso de emergência ao tribunal superior.

“As tarifas nos dão um tremendo poder de negociação. Se forem anuladas, será um desastre para o país”, declarou o republicano, acrescentando que sem a política tarifária não teria conseguido fechar “metade dos acordos comerciais” de seu mandato.

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Tarifas: Brasil, China e Índia “matam” os EUA, diz Trump

O presidente norte-americano também voltou a criticar países como Brasil, China e Índia, que, segundo ele, “matam” os Estados Unidos com as tarifas que aplicam sobre produtos americanos. Trump afirmou que a situação é diferente para os EUA, que, em suas palavras, são “um país completamente diferente” e precisam se defender de práticas desleais.

O republicano tentou transmitir otimismo ao mercado financeiro, afirmando que uma vitória no recurso pode gerar um forte impulso em Wall Street.

“Se ganharmos na Suprema Corte, a bolsa vai disparar”, disse.

Além das questões econômicas, Trump comentou relações internacionais. Disse estar “muito desapontado” com o presidente russo, Vladimir Putin, apesar de considerar que sempre manteve uma “ótima relação” com o líder. Sobre a aproximação entre Rússia e China, minimizou preocupações e descartou riscos militares:

“Eles nunca fariam uma ação militar contra nosso país. Temos o exército mais forte do mundo”.

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