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Tesouro: Governo Central tem superávit de R$ 84,8 bi em janeiro

Tesouro: Governo Central tem superávit de R$ 84,8 bi em janeiro

O Governo Central teve superávit de R$ 84,882 bilhões no Tesouro em janeiro de 2025, melhor resultado da série histórica. Saiba mais!

O Tesouro Nacional informou nesta quinta-feira (27) que o Governo Central registrou um superávit primário de R$ 84,882 bilhões em janeiro de 2025, ante um saldo positivo de R$ 79,462 bilhões no mesmo mês de 2024.

O valor, apesar de representar um recorde para a série de valores correntes mensais, ficou abaixo da projeção do mercado, que esperava um saldo positivo de R$ 88,450 bilhões, conforme pesquisa da Reuters.

tesouro e governo central
Divulgação Tesouro Transparente

Desempenho dos componentes do Governo Central

O superávit do Governo Central é resultado do saldo positivo do Tesouro Nacional, que alcançou R$ 104,497 bilhões. No entanto, esse resultado foi parcialmente compensado pelo déficit da Previdência Social, de R$ 19,615 bilhões, e pelo déficit do Banco Central, que registrou um saldo negativo de R$ 13 milhões no período.

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Receitas e despesas em crescimento

O resultado de janeiro reflete um aumento das receitas e das despesas do Governo Central em comparação com o mesmo período de 2024. A receita líquida cresceu 3,7% em termos reais, correspondendo a um acréscimo de R$ 9,1 bilhões, enquanto a despesa total subiu 4,4%, um aumento de R$ 7,3 bilhões.

Meta fiscal e perspectiva para 2025

O resultado primário de janeiro ocorre em um cenário em que o governo busca um equilíbrio fiscal. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025 estabelece uma meta de resultado primário neutro, com intervalo de tolerância de 0,25% do PIB, o que equivale a um limite de R$ 30,97 bilhões.

Historicamente, os meses de janeiro costumam apresentar superávits, devido à sazonalidade da arrecadação. Desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, apenas naquele ano foi registrado um déficit em janeiro, de R$ 977,70 milhões.

Com a alta das despesas obrigatórias, que representaram 17,12% do PIB no acumulado de 12 meses, o governo segue atento à evolução das contas públicas para garantir o cumprimento do arcabouço fiscal e a sustentabilidade econômica do país.

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