Com o término do mandato de Roberto Campos Neto previsto para o final deste ano, aumentam as especulações de quem poderia substituí-lo na presidência do Banco Central. Campos Neto está defendendo que a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva passe por sabatina e aprovação no Senado ainda em 2024, visando garantir uma transição tranquila no comando da autoridade monetária.
Dessa forma, o novo presidente assumiria o cargo já em janeiro de 2025, sem atrasos. Enquanto isso, dois diretores do Banco Central estão na bolsa de apostas para assumir o posto de Roberto Campos Neto.
Presidência do Banco Central: possíveis candidatos
Um deles, Gabriel Galípolo, já aparecia como favorito antes mesmo de assumir uma cadeira na diretoria do Banco Central.
A favor de Galípolo, conta o fato de que o ex-secretário-executivo do ministro Fernando Haddad (o equivalente ao segundo cargo mais importante no Ministério da Fazenda) mantém uma comunicação direta com o presidente Lula e mantém um bom relacionamento com o Congresso. Além disso, desde que assumiu o cargo, tem conquistado a confiança dos participantes do mercado devido ao seu alinhamento com a estratégia de política monetária.
Outra possibilidade é Paulo Picchetti, atual diretor de assuntos internacionais. O professor e pesquisador é próximo de Haddad e muito respeitado por seus pares economistas e pelo mercado financeiro.
Picchetti, que assumiu o cargo na diretoria do BC neste ano, é um profissional técnico, conhecido por sua notável linha de pesquisa sobre inflação, além de outros temas relacionados à conjuntura econômica.
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