Os preços dos combustíveis ficarão mais caros a partir deste sábado (1º), devido ao reajuste da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos preços praticados.
Também nesta quinta, a Petrobras (PETR4) informou que aplicará uma redução média de 1% nos preços de venda da molécula de gás natural, em relação ao trimestre anterior, conforme os contratos acordados pela companhia com as distribuidoras. Os novos valores passam a valer também a partir de sábado (1º).
Os contratos com as distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e vinculam esta variação, para cima ou para baixo, às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio R$/US$.
Para o trimestre que inicia em fevereiro de 2025 a referência do petróleo (Brent) caiu 6,0% e o câmbio teve depreciação de 5,3% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar aumentou 5,3%).
Preços dos combustíveis: Petrobras é quem decide aumento, diz Lula
Quando questionado sobre o preços dos combustíveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a decisão cabe à Petrobras, que deve decidir sobre um reajuste no valor do diesel, que acumula uma defasagem de preços.
“Desde o meu primeiro mandato eu aprendi que quem autoriza o aumento do petróleo e derivado de petróleo é a Petrobras, e não o presidente da República. Se tiver que fazer um reajuste, não levando em conta o aumento da inflação de 2023 e 2024, ainda será menor do que em dezembro de 2022”, disse ele.
“A Petrobras trabalha para oferecer uma carteira comercial com produtos cada vez mais competitivos para os clientes, de modo que possam compor o portfólio mais adequado às suas necessidades”, explicou o diretor de Transição Energética e Gás Natural da companhia, Maurício Tolmasquim.
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