O bilionário Elon Musk afirmou na última quarta-feira (12) que o governo dos Estados Unidos teria financiado a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.
A declaração foi feita por meio de uma postagem no X, antigo Twitter, mas Musk não apresentou provas para sustentar a acusação.
Musk, Lula e a teoria do “deep state”
Na publicação, Musk atribuiu a suposta interferência ao chamado “deep state” (ou “estado profundo”, em tradução literal), um conceito associado a teorias da conspiração sobre uma rede secreta de agentes do governo norte-americano que influenciariam governos ao redor do mundo.
A acusação do bilionário foi feita em resposta a uma postagem do senador republicano Mike Lee, que se reuniu em Washington D.C. com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Lee compartilhou um conteúdo do perfil @laderechadiario, conhecido por divulgar informações alinhadas à direita e atualmente banido no Brasil.
If the U.S. government funded Lula’s defeat of Bolsonaro, would that bother you?
— Mike Lee (@BasedMikeLee) February 12, 2025
I’d be *livid*
Who’s with me on that? https://t.co/pG3iY6incE
Apesar da alegação, Musk não apresentou evidências de que o governo dos EUA tenha financiado a campanha de Lula. Em 2022, durante as eleições brasileiras, o presidente dos EUA era Joe Biden, do Partido Democrata, antecessor da atual gestão republicana.
Atualmente, Musk ocupa o cargo de chefe do Doge (Departamento de Eficiência Governamental) no segundo mandato de Donald Trump. Sua administração tem sido marcada por cortes na educação e ameaças à USAID (Agência dos EUA para Desenvolvimento Internacional), que ele classificou como uma “organização criminosa” e um “ninho de vermes”.
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