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Confiança do consumidor nos EUA sobe em setembro, diz Universidade de Michigan

Confiança do consumidor nos EUA sobe em setembro, diz Universidade de Michigan

A confiança do consumidor nos EUA subiu no mês de setembro, segundo pesquisa preliminar da Universidade de Michigan. Entenda!

A confiança do consumidor nos Estados Unidos subiu no mês de setembro, segundo pesquisa preliminar da Universidade de Michigan, divulgada nesta sexta-feira (13). A leitura inicial do índice geral de confiança do consumidor nos EUA subiu para 69,0 pontos em setembro, em comparação com 67,9 em setembro. 

No mesmo mês do ano passado, a confiança do consumidor nos EUA foi de 67,8. A expectativa de especialistas do mercado era de um avanço para 68,3 pontos em setembro deste ano.

Em relação às expectativas dos norte-americanos — como acham que estarão se sentindo —, houve alta de 72,1 para 73,0 pontos. No ano passado, o resultado foi de 65,7 pontos.

Confiança do consumidor EUA

Confiança do consumidor: preços caem nos EUA

A Universidade de Michigan relata que o sentimento do consumidor subiu para sua leitura mais alta desde maio de 2024, em um avanço pelo segundo mês consecutivo, cerca de 2% acima de agosto.

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“O ganho foi liderado por uma melhora nas condições de compra de bens duráveis, impulsionada por preços mais favoráveis, conforme percebidos pelos consumidores. As expectativas para o ano que vem nas finanças pessoais e para a economia também melhoraram, apesar de um modesto enfraquecimento nas visões dos mercados de trabalho.”

A confiança do consumidor, agora, está cerca de 40% acima de sua baixa de junho de 2022, embora os consumidores permaneçam cautelosos, uma vez que as eleições deste ano continuam a gerar incertezas.

As expectativas de inflação para o ano que vem caíram pelo quarto mês consecutivo, chegando a 2,7%. A leitura atual é a mais baixa desde dezembro de 2020 e está dentro da faixa de 2,3% a 3,0%, observada nos dois anos anteriores à pandemia.

As expectativas de inflação de longo prazo foram pouco alteradas, subindo de 3,0% no mês passado para 3,1% neste mês. As expectativas de longo prazo permanecem levemente elevadas em relação à faixa relatada nos dois anos pré-pandemia.