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Vivara (VIVA3) pretende fazer follow-on de até 13,2% do capital

Vivara (VIVA3) pretende fazer follow-on de até 13,2% do capital

A Vivara (VIVA3) pretende fazer um follow-on de até 13,2% do capital, segundo o Brazil Journal.

Com o movimento, a companhia pretende criar um overhang para a ação no curto prazo, mas abrindo espaço para um aumento na liquidez do papel.

Essa oferta demanda de um acordo de acionistas que acaba por reduzir as ações vinculadas ao acordo entre eles, de 57,9% para 39,7%.

Com essa alteração, Marcio Kaufman – que é filho do fundador da empresa, Nelson Kaufman, e ex-CEO da companhia, passa a ter 12,25% do capital da empresa livres para a venda. Ainda assim, ele mantém outros 2% vinculados ao acordo de acionistas.

Já Marina Kaufman, irmã de Marcio, terá 0,75% do capital desvinculado do acordo, e o CEO Paulo Kruglensky, 0,2%.

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Ainda de acordo com o Brazil Journal, a Vivara também criou regras para a venda das ações que não fazem mais parte do acordo de acionistas. Se o movimento superar os R$ 500 milhões, terá que ser feito por meio de um follow-on.

Uma venda de R$ 100 milhões a R$ 500 milhões, por sua vez, pode acontecer via block trade. Por fim, se a venda for menor que R$ 100 milhões, terá que ser restrita a 15% da liquidez diária da ação.

O novo acordo de acionistas será válido por 15 anos e renovado automaticamente por mais 10 anos.

A imagem mostra um colar de ouro.

Follow-on da Vivara (VIVA3)

Existem duas maneiras principais de uma empresa ou um fundo imobiliário (FII) captarem recursos na bolsa de valores. Uma delas é a oferta pública inicial (ou IPO); a outra, é o follow-on, que é a oferta subsequente, ou seja, depois de realizado o IPO.

Basicamente, um follow-on é realizado para reforçar o caixa tanto das empresas quanto dos fundos imobiliários. No caso das empresas, esses recursos podem ser destinados a novos investimentos, ao fortalecimento de reservas financeiras ou, até mesmo, ao pagamento das ações de sócios que se retiraram da empresa.

Quando o follow-on envolve a emissão de novas ações, o processo é chamado de oferta primária. Nesse caso, o dinheiro fica na empresa, que o utilizará conforme as suas necessidades. Já quando não há emissão de novos títulos, estamos falando em uma oferta secundária de ações. Isso acontece quando as ações já existentes são negociadas entre os investidores.

Por sua vez, os fundos imobiliários podem utilizar os recursos para aproveitar boas oportunidades de compras no mercado imobiliário, ou para financiar projetos desenvolvidos nos próprios ativos que compõem o FII.

Ibovespa

No dia 13 de outubro de 2022 a ação VIVA3 estava cotada a R$ 27,98 e o papel reportava queda de 6,20% no período de um ano.

Gráfico mostra a evolução da ação VIVA3, da Vivara.
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