As ações da SmartFit (SMFT3) estão alinhadas para um crescimento adicional de 46%, que é resultado de “dois motores estruturais de crescimento”, avalia o Bradesco BBI em um relatório de início de cobertura dos papeis enviado a clientes nesta terça-feira (27).
A recomendação é de compra e o preço-alvo foi estabelecido em R$ 32.
Para os analistas Pedro Pinto e Flávia Meireles, a rede de academias possui dois principais eixos: expansão de mercado e consolidação regional. Esta combinação resulta em um ritmo robusto de altas de receitas.
“A análise proprietária do Bradesco BBI, correspondente ao mercado de academias no Brasil e México, indica espaço para a abertura de mais de 1,2 mil novas unidades, embora com maior intensidade competitiva no mercado brasileiro”, mostra a análise.
Eles chamam isso de “modelo HVLP (high-value-low-price, ou, alto valor por um preço baixo)”.
O Bradesco BBI ressalta, entretanto, que embora o múltiplo P/L da SmartFit para 2026 pareça elevado à primeira vista (aproximadamente 14 vezes), a empresa apresenta um dos perfis de expansão de lucros mais consistentes do setor, resultando no índice PEG (P/L dividido pelo crescimento esperado) mais atrativo entre seus pares.
“Acreditamos que o potencial de abertura de novas unidades, aliado ao modelo de assinaturas e ao aumento de escala operacional, reforça a perspectiva de valorização no médio e longo prazo. Seguimos monitorando os vetores de risco apontados —especialmente competição e dinâmica do TotalPass —, mas entendemos que a combinação entre crescimento, rentabilidade e consolidação regional sustenta a recomendação positiva”, concluem Pinto e Meireles.
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