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BTG (BPAC11) vê produção da Vale (VALE3) acima do consenso e reitera compra

BTG (BPAC11) vê produção da Vale (VALE3) acima do consenso e reitera compra

O banco BTG Pactual (BPAC11) considerou que os dados de produção da Vale (VALE3), referentes ao segundo trimestre do ano (2TRI23), ficaram pouco acima da estimativa do banco e do consenso de mercado. Em vista disso, o banco de investimentos reitera compra e preço-alvo a R$ 94.

A mineradora reportou ontem alta de 6,3% na produção de minério de ferro no segundo trimestre de 2023 (2TRI23), conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, a companhia produziu, no período, 78,74 milhões de toneladas e a alta é frente a igual etapa de 2022, ou seja, na base anual.

Para o banco de investimentos, o que se destacam nos dados são o guidance de produção de minério de ferro da Vale para 2023, que está entre 310 milhões de toneladas a 320 milhões de toneladas e que agora é visto como factível de ser alcançado.

O que também conta é o desempenho do S11D, que está melhorando e ajudando o mix geral de produtos e as realizações de preços. Por fim, outro fator de destaque é a configuração dos embarques para o 3TRI23, que está se ajustando bem, enquanto a lacuna entre produção e vendas deve diminuir.

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EQI Research vê dados surpreendentes

A EQI Research observou como positivos os dados divulgados ontem pela prévia operacional da mineradora. Segundo a Research, os dados de produção surpreenderam positivamente o mercado.

“Apesar dos números positivos na produção a preocupação com o nível de atividade da China segue no radar dos investidores”, completou a análise.

Produção da Vale (VALE3): BTG (BPAC11) vê ceticismo exagerado em custos e volumes

Em relatórios recentes, o banco argumentou que o primeiro trimestre (1TRI23) da companhia de mineração deve ser considerado um piso em termos de desempenho, e que o ceticismo em torno da evolução de custos e volumes nos próximos trimestres teria sido exagerado.

“Embora o mercado precise de mais do que apenas um trimestre para recuperar a confiança na tese, acreditamos que a administração está indo na direção certa. Dito isso, a Vale continua precificada para uma crise/recessão na China (com um valor de mercado de US$ 60 bilhões), que acreditamos fornecer um ponto de entrada atraente”, relatou o BTG.

O relatório do banco de investimentos informou ainda que a Vale passou por uma série de contratempos operacionais durante o primeiro semestre, o que vem impactando a percepção sobre a tese.

Desempenho ruim deixado para trás

Mas agora o banco está mais confiante de que o desempenho operacional ruim da empresa ficou para trás e que a produção e expedições e o desempenho de custos devem continuar a melhorar à frente. A Vale também continua sendo um dos nomes preferidos para exposição à reaceleração da economia chinesa, já que o governo se esforça para atingir sua meta de crescimento de aproximadamente 5% para o ano.

“Gostamos da entrada de um acionista de referência (Cosan – CSAN3) no conselho da Vale e vemos uma potencial monetização de metais como um modesto catalisador de liberação de valor para investidores de longo prazo. Em nossas projeções revisadas, a Vale é negociada a ~4x EV/EBITDA 23 e um yield implícito de caixa de 9%. Acreditamos que a empresa pode retornar cerca de 8-10% de yield aos acionistas na forma de dividendos/recompras”, completou o relatório.

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