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PetroReconcavo dispara 6% após elevação de recomendação

PetroReconcavo dispara 6% após elevação de recomendação

A revisão da recomendação reflete a melhora na perspectiva de distribuição de dividendos da companhia

A PetroReconcavo (RECV3) dispara mais de 6% nesta quinta-feira (11) após a elevação de recomendação por parte do Citi, que passou a considerar compra contra neutra anteriormente.

Segundo o banco, a revisão da recomendação reflete a melhora na perspectiva de distribuição de dividendos da companhia, impulsionada pela maior geração de caixa decorrente dos preços mais elevados do petróleo.

Na avaliação dos analistas, o cenário favorável é sustentado pela ausência de projetos relevantes de curto prazo no portfólio da empresa, o que tende a limitar a necessidade de investimentos adicionais.

Além disso, o Citi destaca que não há operações de fusões e aquisições no radar da companhia, fator que reforça a expectativa de maior retorno de capital aos acionistas.

Produção da PetroReconcavo em maio

A PetroReconcavo registrou produção média de 23,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em maio, queda de 1,9% em relação a abril e o menor volume mensal de 2026. Segundo dados operacionais divulgados pela companhia, o recuo foi provocado principalmente por eventos não programados que afetaram a eficiência operacional no Ativo Bahia.

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Na Bahia, a produção caiu 4,3% na comparação mensal, para 11,5 mil boe/dia. A produção de petróleo recuou 3,3%, para 5,8 mil barris por dia, impactada por falhas em poços e por interrupções elétricas no polo Remanso. Já a produção de gás natural registrou queda de 5,2%, para 5,7 mil boe/dia, em decorrência de paradas preventivas de manutenção na estação de compressão do polo Miranga e de falhas em poços de alta produtividade na região.

No Ativo Potiguar, a produção avançou 0,4%, para 12,4 mil boe/dia, compensando parcialmente o desempenho mais fraco da Bahia. A produção de petróleo cresceu 2,8%, para 7,7 mil barris por dia, beneficiada por projetos de workover no campo de Livramento, embora ainda limitada por falhas no fornecimento de energia da concessionária local. Por outro lado, a produção de gás caiu 3,3%, para 4,7 mil boe/dia, refletindo falhas em poços e a normalização das vazões após intervenções realizadas anteriormente.

Apesar da redução na produção, o volume total entregue pela companhia aumentou ligeiramente em maio, para 710,3 mil boe, ante 708,8 mil boe registrados em abril. As entregas de petróleo avançaram para 419,1 mil boe, enquanto as de gás natural recuaram para 291,2 mil boe, em um movimento influenciado pela dinâmica de vendas e pelas variações de estoque no período.

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