O Banco Safra realizou duas trocas na carteira Top 10 BDRs para junho, com a entrada de Meta ($M1TA34) e JP Morgan (JPMC34 ) e a saída de Netflix (NFLX34) e Morgan Stanley (MSBR34). O portfólio também passou por ajustes táticos em Google, Charles Schwab e no ETF do S&P 500.
A Netflix foi removida apesar do reconhecimento de sua vantagem competitiva no streaming global. O valuation mais elevado e a dinâmica de crescimento mais moderada do setor reduziram a assimetria da tese no momento atual.
O Morgan Stanley saiu em movimento tático intrasetorial. O banco segue sendo visto de forma construtiva, mas o JP Morgan oferece desconto de valuation mais atrativo em relação à média histórica.
Meta volta com IA e JP Morgan entra com desconto histórico
A Meta retorna à carteira apoiada por forte expansão de receita de publicidade e pela capacidade de usar inteligência artificial para crescer receita e controlar custos simultaneamente.
O controle de despesas reforça o conforto do Safra com a geração de caixa da empresa. O valuation segue descontado em relação ao índice, o que o banco vê como ponto favorável à alocação.
O JP Morgan entra negociando a 14,9 vezes o lucro estimado, abaixo da média histórica de 15,9 vezes. O banco deve se beneficiar da melhora do mercado de capitais, especialmente pelo Investment Banking, e segue ganhando market share em suas principais linhas.
Google reduzida e S&P 500 ganha mais espaço
A exposição ao Google foi reduzida depois que parte do gap de valuation já foi fechado com a forte performance recente do papel.
A posição em Charles Schwab foi ajustada marginalmente para manter o equilíbrio da exposição ao setor financeiro. Como contrapartida dos movimentos, o Safra aumentou a alocação no ETF do S&P 500.
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